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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de março de 2015.

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Entrada livre (dia 04) /
5,00 EUR (dia 05)
Cartão Quadrilátero Cultural e Sócios do HCP
Com a 14ª sessão (a oitava realizada no CCVF), o ciclo Histórias de Jazz em Portugal, da autoria de António Curvelo e Manuel Jorge Veloso, e coprodução do Hot Clube de Portugal e do Centro Cultural Vila Flor, despede-se de Guimarães.
Na primeira noite, 04 de março, o contrabaixista Nelson Cascais conversa com os autores sobre a sua carreira artística profissional e a cena atual do jazz em Portugal, com audição de música gravada. Às 23h15, segue-se um concerto por um combo do Conservatório de Música do Porto, com repertório de originais e peças associadas à carreira de Nelson Cascais. Na segunda noite da 14ª das 16 sessões que integram o Ciclo Histórias de Jazz em Portugal, haverá uma nova conversa dos autores, agora com os músicos Demian Cabaud, Gonçalo Marques e João Mortágua, que abordará as suas próprias carreiras, as perspetivas atuais e futuras do jazz nacional e, ainda, a obra e papel de Nelson Cascais. A conversa será ilustrada com a audição de exemplos gravados. E por fim, às 23h15, no Pequeno Auditório do CCVF, terá lugar o “concerto carta branca” a Nelson Cascais, com músicos por si livremente escolhidos.
It is with the 14th session (and the 8th held at the CCVF) that we must bid a fond farewell to the Cycle ‘the History of Jazz in Portugal,’ created by António Curvelo and Manuel Jorge Veloso, in a co-production with the Hot Clube of Portugal and the Vila Flor Cultural Center.
On the first evening, March 4th, bass player Nelson Cascais speaks with the creators of the cycle about his professional career and the current jazz scene in Portugal, with recorded music played. At 11:15pm, a concert will be given by a combo from the Oporto Conservatory of Music, featuring original pieces and ones associated with Nelson Cascais’ career. On the second evening of the 14th session (out of a total of 16) on the History of Jazz in Portugal, the hosts of the cycle will speak with Demian Cabaud, Gonçalo Marques and João Mortágua, who will discuss their careers, the current and future perspectives on the Portuguese jazz scene, and the work and role of Nelson Cascais. The conversation will include clips of recorded music. Finally, at 11:15pm in the CCVF Small Auditorium, a concert will be held with Nelson Cascais and musicians selected especially by him to join in the performance.
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Maiores de 12

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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Os Throes + The Shine são Luanda via Porto, são dança e alegria.
Quando sobem ao palco, a estratosfera é o limite para a festa que se impõe. Depois de um primeiro disco a ligar o rock e o kuduro, naturalmente intitulado “Rockuduro”, e de um percurso que se alongou Europa fora, surge “Mambos de Outros Tipos”, um segundo longa duração recheado de ritmos mais quentes e com uma brisa tropical de puxar os cabelos para trás. Os Throes + The Shine chegam ao Café Concerto do CCVF numa clara antecipação a um verão tórrido. A música carrega calor angolano a que se misturam apontamentos de outras influências que resultam num projeto que é, no mínimo, exótico. Será impossível o corpo conter-se ao ouvir as músicas eletrizantes que vão invadir a sala e contagiar o público com a calorosa vibe africana. 
Throes + The Shine are Luanda via Oporto, they are dance and joy.
When Throes + The Shine take to the stage, the stratosphere is the limit for the party about to happen. After their first album – which brings together rock and kuduro and is appropriately entitled “Rockuduro” – and touring all across Europe, next comes “Mambos and Other Types,” their second album full of warmer rhythms and with a touch of that tropical breeze which ruffles your hair. The appearance of Throes + The Shine at the CCVF Café Concerto is clearly a sign of a scorching summer. The music is full of Angolan heat which gets mixed in with other influences and results in something that is truly exotic. It will be impossible for the audience to contain itself when soaking up the electrifying sounds that will invade the space and infect everyone with this hot African vibe. 
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Marco Castro guitarra, synths, voz
Diron voz
Mob voz
Igor Domingues bateria
Rafa baixo
Maiores de 12
5,00 EUR
As inscrições só serão consideradas válidas após realizado o pagamento respetivo. O pagamento poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e da Criatividade, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade.
A apresentação do espetáculo “Cheio” inclui a realização de um workshop onde se abordarão as técnicas desenvolvidas e trabalhadas no contexto do processo criativo desta peça.
No final do espetáculo, o público poderá ainda contar com uma conversa sobre o processo de criação desta peça.
 
Público-alvo Maiores de 12 anos
Nº máximo de participantes 20
Duração 120 min.
Data limite de inscrição 09 de março
Preço 5,00 eur
 
As inscrições podem ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade ou neste site através do formulário de inscrição disponível online.
The performance of the show “Cheio” (“Full”) will include a workshop which will focus on the techniques used and developed during the course of creating the piece.
An after-show question-and-answer session will be held with the audience about the creative process involved in the performance.
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Cheio” é uma criação artística de Filipa Francisco e Thorsten Gruetjen que cruza as linguagens do teatro-circo e da dança contemporânea.
Um intérprete que se transforma em clown. Um carrinho parceiro e cúmplice que guarda alguns objetos que se transmutam e ganham identidade própria. Objetos que são manipulados e utilizados de forma absolutamente inesperada. Podem tubos transformar-se em parceiro de um pas de deux? Pode um saco de papel ter peso suficiente para ser o fio condutor de um espetáculo? Em “Cheio” tudo pode acontecer e o público é convocado pelo intérprete a descobrir e explorar o seu processo de trabalho artístico! O espetáculo desenvolve uma narrativa à volta da construção de um clown, tendo como referências e inspiração, para a elaboração deste personagem, figuras do cinema e da performance como Charlot, Monsieur Hulot (Jacques Tati), o palhaço Grock ou os saltimbancos de Fellini.
“Cheio” (“Full”) is an artistic creation by Filipa Francisco and Thorsten Gruetjen which crisscrosses the languages of theatre/circus and contemporary dance.
A performer appears as a clown. Next is a cart that is both partner and accomplice which holds objects that transform and take on their own identity. Objects are manipulated and used in absolutely unexpected ways. Is it possible for tubes to become your partner for a pas de deux? Might a paper bag be enough to become the thread which binds the show? In “Cheio” (“Full”) anything can happen, and the audience is invited by the performer to discover and explore the process of artistic creation! The show develops its narrative on the construction of a clown with its references and inspiration for the character based on famous cinema greats such as Charlie Chaplin, Monsieur Hulot (Jacques Tati), Grock the clown, or the acrobats in Fellini.
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Criação Filipa Francisco e Thorsten Gruetjen Interpretação Thorsten Gruetjen Desenho de Luz João Garcia Miguel
Sonoplastia Simão Costa Construção/Cenografia João Calixto  Adaptação Espaço Público Vasco Macide
Produção/Booking OPIUM Comunicação Tiago Silva Vídeo Mário Rosado Fotografia Miguel Lopes Design Clara Gil Maiores de 6
2,00 EUR
Venham todos! Pais e filhos! Avós e netos! Padrinhos e afilhados! (Só não podem vir o gato e o peixinho...)
Venham todos descobrir exposições com obras de artistas, objetos novos e antigos daqui e de outros lugares. Ouvir ou ver dançar um conto misterioso. Explorar diferentes materiais e fazer nascer algo novo. Neste sábado, partindo da exposição “Oracular Spectacular”, propomos às famílias que se revelem nas linhas de um desenho…
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Público-alvo Maiores de 4 
Data 2º sábado do mês
Horário 16h00
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
Come one, come all! Parents and children! Grandparents and grandchildren! Godparents, cousins and everyone! (Your pets should come some other time!)
We invite everyone to discover exhibitions of artists’ work, objects that are both new and old, from here and from afar. Listen to a mysterious story, or see it danced out. Explore working with different materials and create something new and from scratch. This Saturday, in conjunction with the exhibition “Oracular Spectacular” we propose that families come together to reveal their inner selves with a drawing...
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3,00 EUR
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João Vieira agarrou num baixo, em sintetizadores, uns mais vintage do que outros, num computador para comandar as programações e chegou a White Haus.
Em White Haus, João Vieira afasta-se da guitarra, sua companheira nos X-Wife, para se entregar a este novo desafio. A urgência pela criação não o deixou descansar e assim nasce este álbum sob novo pseudónimo. Depois de ter consagrado o seu nome na cena da música eletrónica quando vestia ainda o nome de DJ Kitten, João Vieira propõe agora um álbum que mostra bem uma personalidade original e fortemente vincada em que expõe, sem cedências, as várias influências que deram origem a este projeto. “Disco not Disco” e respetivos devaneios cósmicos, o Electro-Pop da BEF ou dos “Yazoo” em versão Dub, o proto-Tecno de Detroit e dos “Cybotron”, o mais ou menos ácido House dos primeiros anos de Chicago, o Prince e a geração dourada do R&B de Minneapolis e, claro, todo o pós-Punk que está na génese da sua formação resultou neste caldeirão fervilhante que emana modernidade.
João Vieira has picked up a bass, some synthesizers (and some more vintage than others), and a computer for giving the orders, and thus we have White Haus.
With White Haus, João Vieira has left his guitar behind, his companion from X-Wife, to dedicate himself to this new musical challenge. His impulse to create music has not given him any rest and thus this new project is born with a new album. After making a name for himself on the electronic music scene as DJ Kitten, João Vieira offers us an album that shows an original and strong personality which unyieldingly articulates the various influences which gave this project life. “Disco not Disco” and its respective cosmic meanderings, the electro-pop of BEF or Yazoo in dub version, Detroit proto-techno and “Cybotron,” the more or less Acid House of the early Chicago years, Prince and the golden generation of Minneapolis R&B, and of course, all the post-Punk which is at the base of all his training – these are the ingredients in this bubbling cauldron which oozes modernity.
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João Vieira voz, synths, guitarra
Graciela voz, synths
Sarafa bateria
Simão baixo
Maiores de 12
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2,00 EUR
“Cair” é um novo projeto de dança de Victor Hugo Pontes, dirigido às crianças, cuja estreia acontece no Centro Cultural Vila Flor.
“Cair” surge na sequência do espetáculo “Fall” que estreou em novembro de 2014 e se desenvolveu a partir de quatro ideias transversais ao percurso de qualquer ser humano: quedar-se de amores; a queda bíblica; o outono, como fim de ciclo na natureza; o movimento da queda física (“Fall” será apresentado na noite de 21 de março, no Grande Auditório do CCVF). Em “Cair” serão abordadas algumas destas questões, mas pensando-as com as crianças, tomando como metáfora para a procura de outra visão do mundo e da vida o processo de aprendizagem que nos leva do chão até conseguirmos levantar-nos e caminhar.
 
Local Grande Auditório do CCVF
Horário 18 março-15h00 | 19 março-15h00 | 21 março-16h00
Duração c. 45min.
Preço 2,00 eur 
“Cair” is the latest dance performance from Victor Hugo Pontes and geared toward children, premiering at the Vila Flor Cultural Center.
“Cair” came about as a result of the show, “Fall,” which premiered in November of 2014 and dealt with four transversal ideas which make up the fabric of all human beings: to fall in love, the biblical fall from grace, fall as another word for autumn and the end of a natural cycle, and the physical movement of falling. (“Fall” will be presented on the evening of March 21st in the CCVF’s Grand Auditorium.) “Cair” will take up some of these questions but will adapt them for a younger audience and will use the learning process that compels us ‘to get up and start walking’ as a metaphor with which to go in search of another vision of the world and of life.
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Direção e coreografia Victor Hugo Pontes
Cenografia F. Ribeiro
Desenho de Luz Wilma Moutinho
Música Original Rui Lima e Sérgio Martins
Apoio Dramatúrgico Madalena Alfaia
Interpretação Joana Castro e Valter Fernandes
Produção Executiva Joana Ventura
Coprodução Nome PróprioTeatro Maria Matos e Centro Cultural Vila Flor
Maiores de 6
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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“Caímos porque nos empurram, porque escorregamos, porque tropeçamos, porque nos tiram o tapete.” “Fall” é um título de uma palavra onde cabe o vocabulário ilimitado da vida.
A lei da gravidade impele-nos a cair, prende-nos ao chão, faz o corpo pesar sobre nós próprios. A vida também é assim. Dentro deste “cair” de Victor Hugo Pontes cabem várias quedas, com vários significados. Um cair sem fim, na mesma eternidade a prazo que é a vida. “Fall” é a vertigem da vida a dançar, a espernear, a debater-se no chão para sair dali. Um espetáculo que reflete a queda física, mas também a queda moral, emocional, espiritual. O olhar para cima de quem está caído como quem questiona, na vulnerabilidade da queda, tudo o que somos, a que lugar pertencemos e o que nos amarra à dureza do chão. Este “Fall” sugere também uma alusão ao outono, estação em que tudo cai e morre para se transformar na estação seguinte. É a redenção na queda.
 
APÓS O ESPETÁCULO "FALL"
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO
HÁ CONVERSA COM…
VICTOR HUGO PONTES
 
Promovido pelo Serviço Educativo, Há conversa com... acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos. Em março, teremos uma conversa com Victor Hugo Pontes sobre o espetáculo “Fall”.
“We fell because they pushed us, because we slipped, because we stumbled, because we got the rug pulled out from under us.” “Fall” is a one-word title in which life’s unlimited vocabulary can fit.
The law of gravity causes us to fall, holds us down to the ground, and makes our bodies weigh upon our very selves. Life is also like this. Many types of fall can fit inside this “falling” by Victor Hugo Pontes, all with a variety of meanings. An endless fall in the same ‘eternity with a date stamp on it,’ which is life. “Fall” is the dizziness of life that is dancing, flailing its legs, and stomping on the floor trying to get out. It is a show which reflects not only a physical fall but also the moral, emotional and spiritual fall. It is the upward glance of someone who, having fallen, questions the vulnerability when one falls, questions all that we are, the place we belong to, and what ties us down to the hard floor itself. This “Fall” is also an allusion to autumn, the season when everything falls and dies, only to be transformed in the following season. It is surrendering to the fall.
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Direção e Coreografia Victor Hugo Pontes Cenografia F. Ribeiro com Fotografia de João Paulo Serafim Desenho de Luz e Direção Técnica Wilma Moutinho Música Original Rui Lima e Sérgio Martins
Apoio Dramatúrgico Madalena Alfaia Interpretação Anaísa Lopes, Ángela Díaz Quintela, António Torres, Daniela Cruz, Diogo Almeida, Marco da Silva Ferreira, Valter Fernandes Bailarinos Estagiários José Meireles e Maria Melo Falcão Direção de Produção Joana Ventura Produção Executiva Jesse James Produção Executiva em Residência Artística Ana Rita Pontes e Jesse James Coprodução Nome Próprio, Câmara Municipal do Porto, Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal e Theatro Circo Apoio Residência Artística Circolando e O Espaço do Tempo Apoio Casa dos Reclamos Agradecimentos Cátia Esteves, Filipe Silva e Teatro Nacional São João
Projeto financiando pela Secretaria de Estado da Cultura/Direção Geral Das Artes
Maiores de 6
Estas férias representam o regresso do Programa à Descoberta, pensado de propósito para os mais pequenos e curiosos, com o intuito de proporcionar uma oferta qualificada para as férias e de promover o “usufruto dos tempos livres”.
Assim, para os mais pequenos, o tema é “grandes fins, grandes princípios”: oficinas de artes, debates filosóficos, sessões de cinema, visitas e outras atividades, cruzam o saber e o fazer. Os mais crescidos poderão encontrar no Oficin’Ar de Férias uma forma descontraída de dar azo à sua veia artística. Sem o peso das tarefas nem da exposição pública, o programa apresenta-se como um laboratório, em que as crianças são orientadas por artistas e experimentam livremente processos de criação partilhados e diversificados. Esta semana será dedicada à escrita e ao teatro, já que o dia 27 de março é Dia Mundial do Teatro.
 
Local CCVF
Horário Oficinas e outras atividades 10h00 às 12h30 e 14h30 às 16h30 /
Horário de almoço 12h30 às 14h30 / Acolhimento 09h00 às 10h00 / Saída 17h00 às 18h00
Lotação 15 participantes por grupo
Data limite de inscrição 16 de março
Preço 33,00 eur s/ almoço, 58,00 eur c/ almoço
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
Easter vacation is not too far away, which means a return to the Discovery Program, and we are setting our sights on the younger and more curious crowd with our offering of high-quality activities during the holidays as a way to promote the arts and enjoy of our newly found free time to the fullest!
Thus the theme for the youngsters is “great ends and great beginnings” – art workshops, philosophical debates, film sessions, field trips and other activities are in store which will bring learning and doing together. The older participants will find a relaxed venue for their artistic talents in the Oficin’Ar de Férias program. Free from heavy tasks or the worries of a public exhibition of the work, the program will be laboratory-based and will feature artists guiding the children who will experiment freely within a process of shared and diversified creative moments. This week will be dedicated to writing and theatre given that March 27th is World Theatre Day. 
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Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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John and the Charmers apresenta-se no Centro Cultural Vila Flor, esse lugar onde acaba a utopia: por isso, é o melhor berço desta realidade sonhada.
John and the Charmers é um projeto criado pelo músico João Guimarães, filho da cidade que também lhe empresta o sobrenome. A primeira música do álbum de estreia, “Velvet Blue”, foi composta a 1 de outubro (Dia Mundial da Música) de 2012, ano em que Guimarães foi Capital Europeia da Cultura. A equipa deste projeto envolve trinta pessoas e abraça áreas como fotografia, vídeo, ilustração, web design, guarda-roupa, cenografia, performance, desenho de som, desenho de luz, transformando-se num laboratório de criação multidisciplinar. John and the Charmers envolve-se de paixão e texturas que nos fazem viajar num ambiente aconchegante e sonhador. Para este primeiro concerto, está a ser preparada uma viagem inesquecível para todos. O palco e todo o espaço integrado no espetáculo envolvem-se de charme, sonoridades e texturas. Todos participam nesta viagem.
John and the Charmers will perform at the Vila Flor Cultural Center, that place where utopia ends: for that reason, it is the finest cradle for this dreamy reality.
John and the Charmers is the brain-child of musician João Guimarães, a native son who also has his hometown as a surname. The first song from his premiere album, “Velvet Blue,” was written on World Music Day in 2012 (October 1st), the year which Guimarães was the European Capital of Culture. The team here is made up of 30 people and encompass areas such as photography, video, illustration, web design, costuming, staging and scene craft, performance, sound design, and lighting design, thus becoming a veritable multi-disciplinary laboratory. John and the Charmers brings together the passion and the textures which send us traveling in a cozy and dreamy environment. For this first concert, an unforgettable journey is being prepared for all. The stage and all the space integrated into the show will be enveloped in charm, sound and texture. And everyone will be able to participate in the voyage.
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João Guimarães voz Tiago Simães piano José Duarte guitarra Zecas baixo Pedro Andrade bateria Músicos Convidados: Manuel Vilhena saxofone César Machado harmónica Ana Sofia Ribeiro voz Performers: Joana Antunes Desenho e operação de som Pedro Mouga Desenho e operação de luz Luís Bastos Direção de Cena Inês Lemos Técnico de palco Miguel Faria Fotografia José Caldeira Vídeo Filipe Leite, Pedro Alves Maiores de 6
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