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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de novembro de 2014.

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3,50 eur
3,00 eur (até 25 anos, + de 65 anos)
1,00 eur (membros, professores, alunos Alliance Française e sócios do Cineclube de Guimarães)
Entrada gratuita para escolas (apenas nas sessões escolares)
O Centro Cultural Vila Flor volta a acolher a Festa do Cinema Francês que conta a sua 15ª edição.
Organizada pela Embaixada de França, o Institut Français du Portugal e a rede das Alliances Françaises em Portugal, a Festa do Cinema Francês festeja este ano o seu 15° aniversário. Ultrapassou-se mais uma etapa. A Festa cresceu. Expandiu-se. Tendo estado no ano passado em sete cidades do país, este ano serão perto de vinte as cidades anfitriãs. Em Guimarães, esta iniciativa marca presença no Centro Cultural Vila Flor e na Plataforma das Artes e da Criatividade entre os dias 31 de outubro e 04 de novembro.
 
PROGRAMA
 
Sexta, 31 outubro
21H45 | LIBRE ET ASSOUPI
De Benjamin GUEDJ | 2013 | Ficção | 1h33
Local Plataforma das Artes e da Criatividade
 
Sábado, 01 novembro 
21H45 | HOPE
De Boris Lojkine | 2014 | Drama | 1h26
Local Plataforma das Artes e da Criatividade
 
Domingo, 02 novembro 
21H45 | EASTERN BOYS
De Robin Campillo| 2013 | Drama | 2h08
Local Centro Cultural Vila Flor
 
Segunda, 03 novembro 
10H00 | SUR LE CHEMIN DE L’ECOLE (sessão escolar)
De Pascal Plisson | 2013 | Documentário | 1H17
14H30 | LES PROFS (sessão escolar)
De Jean-François Martin-Laval | 2013 | Ficção | 1h28
21H45 | LA COUR DE BABEL
De Julie Bertuccelli | 2014| Documentário | 1h29
Local Centro Cultural Vila Flor
 
Terça 04, novembro 
10H00 | LE PÈRE FRIMAS + L’OEIL DU LOUP (sessão escolar)
De Youri Tcherenkov | 2012| Animação | 26 min.
14H30 | LES VACANCES DU PETIT NICOLAS (sessão escolar)
De Laurent Tirard| 2014 | Comédia| 1h37
21H45 | COMME UN LION
De Samuel Collardey| 2012 | Drama | 1h42
Local Centro Cultural Vila Flor
The Vila Flor Cultural Centre is happy to once again host the French Cinema Festival, for its 15th edition.
Organized by the French Embassy, the Institut Français in Portugal and the network of Alliance Française institutions in Portugal, the French Cinema Festival this year is proud to announce its 15th anniversary. And better than celebrating a landmark date is the fact that the Festival has grown. It has indeed expanded from last year’s event being hosted in seven cities to this year’s achievement of being welcomed to nearly twenty cities. In Guimarães, the festival will be held at the Vila Flor Cultural Center and at the Platform for the Arts and Creativity from Oct 31st to Nov 4th.
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Maiores de 6 (todas as sessões, exceto Libre et assoupi, Hope, Eastern Boys que são Maiores de 12)

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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Um dos mais recentes sucessos da Companhia de Teatro de Almada chega agora a Guimarães. O encenador Rodrigo Francisco adapta aquela que será porventura a mais aclamada peça do dramaturgo norte-americano David Mamet, Prémio Pulitzer 1984.
David Mamet trabalhou numa agência imobiliária nos anos 60. Vinte anos mais tarde, nos chamados “anos dourados” de Reagan, escreveu “Negócio Fechado” (no original, Glengarry Glen Ross), peça que lhe valeu o Pulitzer. Inspirada no mundo impiedoso dos agentes imobiliários que Mamet observou a digladiarem-se por prémios de produtividade – à custa dos seus colegas, inevitavelmente –, “Negócio Fechado” é uma crítica à sociedade americana sua contemporânea. Mas aquele que é considerado um dos maiores dramaturgos norte-americanos de todos os tempos soube transcender as idiossincrasias dos vendilhões de Chicago, escrevendo uma obra que assenta bem a qualquer tempo, língua ou lugar. 
One of the most recent successes coming out of the Almada Theatre Company has come to Guimarães. Director Rodrigo Francisco has adapted one of the most acclaimed plays from American playwright David Mamet, his 1984 Pulitzer-Prize winning “Glengarry Glen Ross.”
David Mamet himself worked in a real estate agency in the 1960s, and twenty years later, during the so-called Reagan “golden years,” he wrote “Glengarry Glen Ross” which garnered him a Pulitzer Prize. Inspired by the ruthless world of real estate agents that Mamet observed, where undercutting and back-stabbing any and all comers could earn you a coveted sales awards (with nary a regard to your co-workers, or course), “Glengarry Glen Ross” is a critique of modern American society. However with this play, Mamet, the man which many consider one of the greatest American playwrights of all time, is indeed able to transcend the idiosyncrasies of a stereotypical Chicago door-to-door salesman to create a masterpiece which is timeless in any language or place.
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Texto David Mamet Adaptação e encenação Rodrigo Francisco com Paulo Mendes Intérpretes Adriano Carvalho, Alberto Quaresma, Frederica Fiasca, Ivo Alexandre, Marques D`Arede, Miguel Eloy, Pedro Lima, Rui Dionísio Cenário e figurinos Ana Paula Rocha Luz Guilherme Frazão Som Miguel Laureano Caracterização Sano de Perpessac Fotografia Rui Carlos Mateus Maiores de 12
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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Este ano, o Guimarães Jazz volta a surpreender com cartaz de excelência. A edição de 2014 do festival irá decorrer de 06 a 15 de novembro. Os bilhetes já se encontram à venda.
David Murray, James Carter, Adrián Oropeza, Theo Bleckmann, Reut Regev, Uri Caine, Lee Konitz, Trondheim Jazz Orchestra com Eirik Hegdal e Joshua Redman são apenas alguns dos nomes que compõem a edição de 2014 do Guimarães Jazz que este ano se realiza de 06 a 15 de novembro.
 
O Guimarães Jazz completa em 2014 a 23ª etapa de uma longa história de divulgação do jazz ao público português, confirmando-o como um caso raro de longevidade, persistência e capacidade de implantação na muitas vezes instável e precária paisagem cultural nacional, e afirmando-o simultaneamente como um evento no qual se conseguem construir pontes temporais, estéticas e geográficas. Numa época em que as palavras “inovação” e “mudança” parecem ter-se instalado em definitivo no léxico do discurso contemporâneo, o Guimarães Jazz surge como um polo agregador de estabilidade, respeito pela história e tradição da música e convicção nos valores que nos guiaram desde o início deste trajeto. O festival é também um lugar de celebração da liberdade e que assume o risco de enfrentar a multiplicidade de caminhos e possibilidades que marcam a arte do presente.
 
O programa do Guimarães Jazz 2014 é o reflexo de uma identidade alicerçada e consolidada no compromisso entre tradição e vanguarda, rutura e citação. O equilíbrio do alinhamento dificulta a escolha dos elementos em destaque, pelo que é a força e a coerência deste conjunto de propostas o elemento a reter desta edição. O festival volta novamente a apresentar um programa composto quase exclusivamente de nomes nunca antes apresentados no Guimarães Jazz – a exceção é o incontornável pianista Uri Caine, que faz a sua terceira aparição no festival (depois de um concerto com ensemble a interpretar as “Variações Goldberg” de Bach, em 1999, e um outro a solo em 2001), apresentando-se agora em trio. Teremos também a honra de ter pela primeira vez o histórico saxofonista Lee Konitz, o extraordinário Theo Bleckmann num estranho e desafiante projeto de interpretação das canções de Kate Bush, bem como os plenamente afirmados nomes no universo jazzístico de David Murray, James Carter e Joshua Redman, este último como solista da Trondheim Jazz Orchestra.
 
O Guimarães Jazz volta também a apresentar as já habituais atividades paralelas, entre as quais as jam sessions e as oficinas de jazz (dirigidas este ano por Reut Regev, o reputado cornetista Taylor Ho Bynum, Adam Lane e Igal Foni), e mantendo a frutuosa relação que tem vindo, nos últimos anos, a desenvolver com a ESMAE. É importante, porém, mencionar que 2014 marca o fim da colaboração com a editora TOAP e o início de uma parceria coma associação portuense Porta Jazz que vem reafirmar a vocação do festival enquanto plataforma de visibilidade e promoção do jazz português, e dos músicos mais jovens em particular.
 
O jazz é o ponto de partida deste grande evento cultural, mas não a sua fronteira última. O Guimarães Jazz pretende ser um espaço de acolhimento e expressão de diversas linguagens musicais e, nesse sentido, um detonador de reflexões sobre o que significa fazer música e arte no convulsivo mundo de hoje e em face do enigmático horizonte de um futuro por vir.
 
PROGRAMA GUIMARÃES JAZZ 2014
 
Quinta 06 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Sexta 07 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Sábado 08 novembro, 17h00
CCVF / Pequeno Auditório
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
 
Sábado 08 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Domingo 09 novembro, 17h00 
CCVF / Grande Auditório
MÚSICA E DIREÇÃO DE REUT REGEV E TAYLOR HO BYNUM
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
 
Domingo 09 novembro, 22h00 
PAC / Black Box
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
 
Quarta 12 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
 
Quinta 13 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Sexta 14 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Sábado 15 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
ASSINATURAS
 
Preço 90,00 eur (acesso a todos os concertos)
 
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 06 a 09 de novembro)
 
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 12 a 15 de novembro)
This year, the Guimarães Jazz continues to surprise with an excellent program. The 2014 edition of the festival will take place since november 6th to november 15th. Tickets are already on sale.
Guimarães Jazz’s twenty-third edition reaffirms it as an almost unique example of longevity and persistence, and also as a festival deeply rooted in the often unstable and precarious Portuguese cultural context. In an era in which the words “innovation” and “change” seem to emerge and to gain prominence within contemporary lexicon, Guimarães Jazz appears as a case of consistency, respect for History and unquestionable belief in the values that guided its artistic direction since the beginning. In a cultural environment in which intellectual trenches and dogmas are often the answers to uncertainty and insecurity, the festival is also a place where it is possible to celebrate freedom and diversity because it chooses to face the multiplicity of possibilities offered by today’s art instead of narrowing its scope and ambitions.
 
Guimarães Jazz 2014’s program reflects an identity based on a compromise between tradition and avant-garde, revivalism and rupture. The line-up’s balance and coherence is the festival’s great strength. The program is again almost exclusively composed of musicians who play in Guimarães Jazz for the first time – the exception being pianist Uri Caine, who will perform at the festival for the third time (after a first concert in 1999 in which he presented his “Goldberg Variations” and a second, in 2001, playing solo). The festival is honored to present for the first time in its history the legendary saxophonist Lee Konitz and remarkable vocalist Theo Bleckmann in an exquisite and challenging project around the work of Kate Bush, as well as important musicians of contemporary jazz such as David Murray, James Carter and Joshua Redman (as a soloist of Trondheim Jazz Orchestra).
 
Guimarães Jazz will also present its usual parallel activities, such as jam sessions and workshops (that this year will be conducted by Israeli trombonist Reut Regev, prestigious composer-cornetist Taylor Ho Bynum, double-bassist Adam Lane and drummer Igal Foni), still in collaboration with music school ESMAE. The festival’s partnership with record label TOAP will cease and be replaced by a similar project with the musician’s collective Porta Jazz aiming to promote and contribute to the development of Portuguese jazz, with a specific focus on younger and emergent musicians. 
 
Jazz music is where this great cultural event begins but not its ultimate frontier. In Guimarães Jazz the audiences have the opportunity to encounter many different musical idioms; therefore the festival is a privileged place to meditate on what it means to make music and art in today’s turbulent world and to anticipate the mysterious horizon of a future to come.
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Maiores de 12

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David Murray é um prolífico e multifacetado músico e compositor, cuja obra, composta por cerca de duzentos álbuns, entre os quais mais de cento e trinta em seu nome próprio, demonstra uma abordagem eclética e vanguardista do jazz, exprimida não apenas em termos das linguagens musicais que nela confluem, mas também pelo facto de se aventurar por outros territórios artísticos como o cinema, a dança, o teatro e a ópera.
O Infinity Quartet que, este ano, inaugura a edição do Guimarães Jazz 2014 é uma banda fundada em 2013 e integra três excecionais instrumentistas do jazz contemporâneo: Nasheet Waits na bateria, Jaribu Shahid no contrabaixo e Orrin Evans no piano (em substituição de Marc Cary, da formação original). Neste projeto, Murray, que vive atualmente em Sines, explora as raízes do jazz americano, explorando e redescobrindo a sua modernidade musical.

ASSINATURAS
 
Preço 90,00 eur (acesso a todos os concertos)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 06 a 09 de novembro)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 12 a 15 de novembro)
David Murray is a prolific musician and a composer, whose work – comprising about two hundred records, over one hundred and thirty of which as band leader – reveals an eclectic and avant-garde approach to jazz, not only in terms of the musical languages used and manipulated but also because he often explores other artistic territories such as dance, theatre, films and opera.
The Infinity Quartet will open this year’s edition of Guimarães Jazz. This band was created in 2013 and brings together three great instrumentalists of our time: drummer Nasheet Waits, double-bassist Jaribu Shahid and pianist Orrin Evans (replacing Marc Cary from the original line-up). In this project, Murray, who currently resides in Sines, explores and rediscovers the absolute modernity of American jazz roots.

 

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David Murray saxofone tenor
Orrin Evans piano
Jaribu Shahid contrabaixo
Nasheet Waits bateria
Maiores de 12
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James Carter é um virtuoso saxofonista, clarinetista e flautista norte-americano considerado, a par de Wynton Marsalis, um dos grandes instrumentistas da sua geração.
Alicerçado na tradição do jazz do século XX, o estilo de Carter expressa uma abordagem pós-modernista do passado, presente e futuro do jazz na qual se intersectam não apenas o jazz mas também o blues, o funk e múltiplos outros elementos pertencentes à cultura afro-americana. A música do James Carter Trio é simultaneamente uma celebração e uma tentativa de síntese criativa dos múltiplos elementos culturais e artísticos presentes nas encruzilhadas a partir das quais floresceu a cultura norte-americana do século passado.

ASSINATURAS
 
Preço 90,00 eur (acesso a todos os concertos)
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Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 12 a 15 de novembro)
James Carter is a talented and skilful saxophonist, clarinettist and flutist who is considered, along with Wynton Marsalis, one of the greatest musicians of his generation.
Firmly grounded in the jazz tradition of the twentieth century, Carter’s musical style delivers a post-modernist approach to the past, the present and the future of this genre and intersects it with other idioms such as blues, funk and many other different elements belonging to African-American culture. The music of this James Carter Trio is both a celebration and an effort to synthesize the cultural and artistic elements of the crossroads out of which the American culture of the twentieth century blossomed.
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James Carter saxofone
Gerard Gibbs Hammond B3
Leonard King Jr. bateria
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Adrián Oropeza é, atualmente, um dos nomes emergentes do jazz mexicano, cujo trabalho tem vindo a merecer progressivo reconhecimento internacional em razão da singularidade da sua linguagem musical e estilo composicional, caracterizado sobretudo pela fusão do jazz com as sonoridades tradicionais da América Latina, nomeadamente do México e da Bolívia.
O Adrián Oropeza Trio foi fundado em 2006 e concebido por Oropeza como uma formação jazzística clássica (bateria, piano e contrabaixo) na qual o jazz assume, nas suas diversas variantes idiomáticas (bebop, hardbop, baladas, etc.), uma maior centralidade. Nesta edição do Guimarães Jazz, o baterista estará acompanhado pelo pianista Gustavo Mezo e pelo reputado contrabaixista francês Jean Bardy.

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Adrián Oropeza is one of the most important musicians emerging from the Mexican jazz scene. His work has earned significant international acknowledgment due to the singularity of his musical and compositional style – the artistic result of a fusion between jazz and traditional music from Latin America, namely Mexico and Bolivia.
The Adrián Oropeza Trio was created in 2006 and conceived as a classical jazz formation (drums, piano and double-bass) albeit with variations in style (bebop, hardbop, ballads, etc.). In this Guimarães Jazz edition, the drummer will be playing with Mexican pianist Gustavo Mezo and prestigious French double-bassist Jean Bardy.
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Adrián Oropeza bateria
Gustavo Mezo piano
Jean Bardy contrabaixo
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Theo Bleckmann é um prestigiado vocalista e compositor, cuja extraordinária versatilidade e impressionante capacidade técnica lhe tem permitido construir uma carreira de inquestionável relevância e integridade artísticas.
Este projeto de Bleckmann que apresentamos no Guimarães Jazz é consonante com um espírito de liberdade que é transversal a todo o seu percurso. “Hello Earth” é uma proposta de reinterpretação das canções de Kate Bush, o qual deu origem, em 2011, a um muito aclamado álbum homónimo. Nele, o vocalista e compositor alemão, em parceria com John Hollenbeck, mergulha na obra da cantautora britânica, recriando através dela uma atmosfera onírica, hipnótica e assombrada no qual o jazz não se sobrepõe a nenhum outro idioma musical. A capacidade expressiva e o virtuosismo vocal de Bleckmann, conjugados com uma formação de instrumentistas de excelência e onde figuram músicos como Henry Hey e Caleb Burhans, criam um espetáculo de características únicas no qual se alcança plenamente a sublimação da universalidade das composições originais de Kate Bush, esperando-se assim um concerto absolutamente memorável.

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Preço 90,00 eur (acesso a todos os concertos)
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Theo Bleckmann is a reputed singer and composer whose extraordinary versatility and impressive technical skills allowed him to build up a work of unarguable artistic relevance and integrity.
The project Theo Bleckmann’s will present in this edition of Guimarães Jazz is in line with the spirit of freedom which pervades the whole of his career. “Hello Earth” is a proposal of reinterpretation of Kate Bush’s songs, in which the German singer and composer, along with drummer John Hollenbeck, recreates a dreamy, mesmerizing and haunted atmosphere through jazz mixed with many other musical elements. Bleckmann’s artistic expressivity and vocal talents and a line-up of outstanding musicians, including, among others, Henry Hey and Caleb Burhans, prove to be fully capable of sublimating the universality of Kate Bush’s compositions, that being the main reason why this is such a unique and exceptional project and why it is legitimate to expect a memorable concert.


 

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Theo Bleckmann voz, processador de voz eletrónico, toy piano, glockenspiel, caxixi
Henry Hey piano, sintetizador minimoog, piano Fender Rhodes, harpsichord, voz
Nate Wood baixo elétrico, voz
Caleb Burhans violino elétrico, guitarra elétrica, voz
Ben Wittman bateria
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Na edição do Guimarães Jazz 2014 mantém-se a proposta de residência em trabalho de colaboração entre os alunos da ESMAE e os dois compositores que os dirigirão, numa semana intensiva de ensaios que proporciona a músicos muito jovens uma experiência de contacto com um universo profissional de elevada exigência.
Este formato favorece a proximidade entre universos musicais distintos (o jazz e a música clássica) e proporciona aos músicos envolvidos uma experiência de confluência de linguagens e abordagens, algo que contribui também para a reafirmação da absoluta contemporaneidade do jazz no contexto da música atual. Este ano, os convidados para este projeto são a trombonista Reut Regev e o cornetista Taylor Ho Bynum, dois músicos emergentes da atual cena jazzística de Nova Iorque.

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Guimarães Jazz’s 2014 edition will maintain the residency project consisting in the collaboration between ESMAE students and a composer directing them during an intensive one-week period of rehearsals, allowing these young musicians to experience a highly demanding professional environment.
This format favours the proximity between distinct musical languages (jazz and classical music) and provides the participating musicians an experience of confluence between different artistic idioms and approaches, which also contributes to the reaffirmation of jazz’s relevance in contemporary music. This time the musicians invited to direct the project are trombonist Reut Regev and the cornetist Taylor Ho Bynum, two emerging names of New York’s jazz scene.
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Direção Reut Regev e Taylor Ho Bynum
Com Adam Lane e Igal Foni
Big Band ESMAE
Saxofones Ana Rita Baptista (Alto), Artur Melo e Castro (Alto), Pedro Matos (Alto), Adriana Raquel Oliveira (Barítono), Diego Alonso Alvarez (Tenor), Hristo Goleminov (Tenor), Lígia Borges Silva (Tenor) Trompetes Cláudio Veloso Batista, Joana Catarina Bento, Luís Miguel Macedo, Sabrina Salgado Leal, Viviana da Silva Oliveira Trombones António Vilhena (Trombone Baixo), João Batista Sêco (Trombone), Nuno Xavier Sousa (Trombone), Ricardo Filipe Resende (Trombone) Secção Rítmica Alex Rodriguez (Bateria), Emilio Atanes Rozas (Bateria), Ria Roter (Bateria), Rui Penim Guerreiro (Bateria), Carlos Garrote (Contrabaixo), Tiago Mourão (Contrabaixo), Guilherme Costa (Guitarra), Miguel Pereira (Piano), Ricardo Moreira (Piano), Rogério Francisco (Vibrafone)
Ensemble de Cordas ESMAE
Violinos Ângela Topa, Fabiana Fernandes, Francisca Seixas, Gonçalo Melo, Inês Vilarinho, Luís Almeida, Maria Inês Ferreira, Natália Ribeiro, Rui Barrocas, Tiago Moreira Violas Filipa Bandeira, Inês Pando, Luís Silva, Maria João Antunes, Rui Moreira Violoncelos Catarina Martins, João Brito, Manuela Ferrão, Maria Luís Duarte, Micaela Ferrão 
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LOCAL: Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
A edição do Guimarães Jazz 2014 é marcada pelo fim da longa e frutuosa parceria com a editora Tone of a Pitch e o início da colaboração entre o festival e a Associação Porta Jazz, mantendo-se, porém, a matriz original do projeto, centrada na divulgação do trabalho dos músicos de portugueses, em particular dos mais jovens.
Nesta primeira etapa de colaboração entre o Guimarães Jazz e a Porta Jazz apresentamos o projeto “Impermanence”, liderado pela trompetista Susana Santos Silva e desenvolvido num formato de residência em conjunto com o contrabaixista sueco Torbjörn Zetterberg, a artista norte-americana Maile Colbert e a portuguesa Ana Carvalho, o pianista Hugo Raro, o saxofonista João Pedro Brandão e o baterista Marcos Cavaleiro. Esta proposta tem a intenção de introduzir na música elementos visuais e performáticos, criando um espetáculo híbrido e multidisciplinar. A sua intenção principal é gerar novos e inesperados processos composicionais e propiciando a expansão da música além das fronteiras do jazz mais convencional.

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Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 06 a 09 de novembro)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 12 a 15 de novembro)
In 2014, Guimarães Jazz puts an end to the longstanding and fruitful partnership with record label Tone of a Pitch and begins collaborating with Porta Jazz Association. Nevertheless, the project’s original concept remains the same: promoting the work of Portuguese musicians, particularly that of the youngest.
For this first moment of collaboration between the festival and Porta Jazz we present the project “Impermanence”, developed in residency. Its main goal is to generate new and unexpected compositional processes and to promote the extension of music beyond jazz’s conventional limits.
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Susana Santos Silva trompete, flugel
João Pedro Brandão saxofone alto, flauta 
Hugo Raro piano
Torbjörn Zetterberg contrabaixo
Marcos Cavaleiro bateria
Maile Colbert / Ana Carvalho vídeo (e som) em tempo real
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A formação que nesta edição do Guimarães Jazz terá a responsabilidade de condução das jam sessions e das oficinas é liderada por Reut Regev e inclui músicos de exceção como Taylor Ho Bynum, Adam Lane e Igal Foni.
Desta formação composta por extraordinários instrumentistas poder-se-á esperar um concerto de música sofisticada e de permanente busca de sonoridades contemporâneas, na qual os momentos de composição estruturada serão constantemente intersectados e complementados por desafiantes movimentos de improvisação e construção musical em tempo real.

ASSINATURAS
 
Preço 90,00 eur (acesso a todos os concertos)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 06 a 09 de novembro)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 12 a 15 de novembro)
The group that will direct the jam sessions and the workshops during this year’s edition of Guimarães Jazz is led by Reut Regev. Its line-up includes exceptional instrumentalists such as Taylor Ho Bynum, Adam Lane and Igal Foni.

This line-up of exceptional musicians will certainly offer the audience a sophisticated music, always in search for innovative and contemporary sound forms and combining structured compositions with defying moments of musical improvisation and real-time composition.

 
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Reut Regev trombone
Taylor Ho Bynum corneta
Adam Lane contrabaixo
Igal Foni bateria
Maiores de 12
 
COMPRAR BILHETES
20,00 EUR / 17,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio - Associação Cultural

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Uri Caine é um dos mais influentes pianistas da atualidade. O trajeto da sua obra, marcado por uma absoluta integridade artística, valeu a este pianista e compositor um justo lugar entre as figuras mais respeitadas da música contemporânea.
O Guimarães Jazz tem a honra de contar com a presença de Uri Caine pela terceira vez desde o seu início, após uma aparição em grande ensemble e uma outra num concerto memorável a solo. Nesta edição apresentaremos o seu trio, ao lado do contrabaixista Mark Helias e do baterista Clarence Penn. A música Uri Caine Trio é feita da confluência de sensibilidades musicais distintas que encontram o seu denominador comum na atenção profunda devotada à música que criam, independentemente dos seus géneros e estilos, e, com esta formação, certamente que a visionária e pós-modernista linguagem criativa de Uri Caine encontrará intérpretes à sua altura, permitindo que ela emerja em todo o seu esplendor.

ASSINATURAS
 
Preço 90,00 eur (acesso a todos os concertos)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 06 a 09 de novembro)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 12 a 15 de novembro)
Uri Caine is one the most influential pianists in contemporary music. His musical language made him one of today’s most admired and respected musicians of the world.
Guimarães Jazz is honoured to present Uri Caine for the third time since the beginning of its history, after his first appearance with a big ensemble and later in a memorable solo concert. In this 2014 edition, the pianist will play with his trio, along with double-bassist Mark Helias and drummer Clarence Penn. Uri Caine Trio’s music is generated through the confluence of three distinct musical sensibilities sharing the deep attention they all devote to the music they create, regardless of genres or styles. This formation is an absolute guarantee that Uri Caine’s visionary and post-modernist artistic visions will emerge in its entire splendour during the concert performed at Guimarães Jazz.
 
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Uri Caine piano
Clarence Penn bateria
Mark Helias contrabaixo
Maiores de 12

 

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Lee Konitz é, hoje em dia, uma figura quase lendária do jazz e um dos mais influentes músicos do nosso tempo.
O seu estilo idiossincrático e a forma inovadora como abordou o seu instrumento, o saxofone, conferiram-lhe um estatuto ímpar no jazz e, aos 87 anos, Konitz tem um lugar reservado na história desta música. Neste concerto, Lee Konitz apresentar-se á em quarteto ao lado do pianista Dan Tepfer, do contrabaixista Jeremy Stratton e do baterista Georges Schuller, todos eles instrumentistas de uma nova geração do jazz. Muito além da mera presença em palco de uma figura histórica do jazz, este concerto oferecerá ao público a oportunidade assistir a um músico da dimensão de Konitz num processo contínuo inesgotável de reinvenção e questionamento musical que é um exemplo valioso e comovente para todos os amantes de música. 

ASSINATURAS
 
Preço 90,00 eur (acesso a todos os concertos)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 06 a 09 de novembro)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 12 a 15 de novembro)
Lee Konitz is practically a legend among jazz artists and one of the great musicians of our times.
His idiosyncratic style and innovative way of playing the saxophone earned him a unique status and a very special place in the history of music. In Guimarães Jazz 2014, Konitz will present his Quartet with pianist Dan Tapfer, double-bassist Jeremy Stratton and drummer Georges Schuller, all of whom belong to a new generation of jazzmen. Besides the mere presence on stage of a jazz’s historical name, this concert will offer the audience the opportunity to watch a world class musician such as Konitz still deeply involved in an ongoing process of artistic search and research, without a doubt a valuable and moving moment for music lovers.
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Lee Konitz saxofone alto
Dan Tepfer piano
Jeremy Stratton contrabaixo
Georges Schuller bateria
Maiores de 12
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O concerto de encerramento da edição do Guimarães Jazz 2014 apresentará a inovadora e prestigiada Trondheim Jazz Orchestra com o muito aclamado saxofonista norte-americano Joshua Redman como solista.
Esta orquestra tem, ao longo dos últimos treze anos, feito um percurso sólido de afirmação no contexto jazzístico europeu mediante ambiciosos projetos envolvendo tanto os mais importantes músicos de jazz noruegueses como figuras de dimensão mundial. A direção artística é protagonizada por Eirik Hegdal, um músico e compositor de uma nova geração do jazz da Noruega que assumiu a responsabilidade de projetar a Trondheim Jazz Orchestra para patamares de maior exigência e estímulo artísticos. Neste espetáculo que apresentaremos no Guimarães Jazz serão interpretadas as idiossincráticas e desafiantes composições de Hegdal, complementadas e enriquecidas pela enorme inventividade formal e o virtuosismo técnico do saxofone de Redman, oferecendo ao público uma música tão exploradora quanto vibrante e festiva.

ASSINATURAS
 
Preço 90,00 eur (acesso a todos os concertos)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 06 a 09 de novembro)
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 12 a 15 de novembro)
The Guimarães Jazz 2014 closing concert will present the innovative and prestigious Trondheim Jazz Orchestra with renowned North-American saxophonist Joshua Redman as soloist.
Over the last thirteen years this Orchestra has established itself in the European jazz scene though ambitious projects both with reputed Norwegian musicians and with internationally acclaimed jazz names. Its artistic director is Eirik Hegdal, a musician and composer from the new generation of Norwegian musicians who took on the responsibility of leading the Orchestra and enhance the artistic demands of its projects. At Guimarães Jazz the audience will have the opportunity to hear Hegdal’s challenging compositions properly complemented and enriched by Redman’s musical and technical creativity, a music that will certainly sound as much intrepid as vibrant and celebratory.
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Solista
Joshua Redman saxofone tenor e soprano
Direção Artística
Eirik Hegdal saxofones, composições, arranjos
Trondheim Jazz Orchestra
Trine Knutsen flauta
Stig Førde Aarskog clarinete
Eivind Lønning trompete
Stein Villanger trompa
Erik Johannessen trombone
Ola Kvernberg violino
Marianne Baudouin Lie violoncelo
Øyvind F. Engen violoncelo
Nils Olav Johansen guitarra
Ole Morten Vågan contrabaixo
Tor Haugerud bateria
David Solheim desenho de som
Maiores de 12
Durante quinze dias, Guimarães vive ao ritmo do jazz.
Se anda pela cidade, esteja atento. Poderá ser surpreendido a qualquer momento. Nestas animações, o jazz surge em contextos quotidianos menos previsíveis, procurando envolver a população naquele que é o principal festival da cidade. A música também invade as escolas e vai ao encontro daqueles que doutra forma não poderiam participar ou desfrutar do festival. Porque o Guimarães Jazz é de todos e para todos.
For a 2-week period, life in Guimarães will be sprinkled and spiced with the sounds of jazz rhythms.
If you’re out and about the city, keep an eye open. You might well be pleasantly surprised at any moment. In these entertaining moments, jazz will emerge in the most unpredictable daily contexts in an attempt to involve the population of Guimarães in its main music festival. Schools will be filled with music, and music will seek out those who might not otherwise be reached by the Festival in unexpected spots. This is because Guimarães Jazz is for everyone and by everyone. 
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Entrada livre (dia 04) /
5,00 EUR (dia 05)
Cartão Quadrilátero Cultural e Sócios do HCP_desconto 50%
Coincidindo com a realização da 23ª edição do Guimarães Jazz, o ciclo Histórias de Jazz em Portugal, da autoria de António Curvelo e Manuel Jorge Veloso, e coprodução do Hot Clube de Portugal e do Centro Cultural Vila Flor, regressa a Guimarães para as suas 9ª e 10ª Sessões, que terão lugar nas noites de 04, 05, 10 e 11 de novembro.
A nona das 16 sessões que integram o Ciclo, no dia 04, abrirá com o guitarrista André Fernandes conversando com os autores sobre a sua carreira artística profissional e a cena atual do jazz em Portugal, com audição de música gravada, seguindo-se, às 23h15, um concerto por um combo de jazz da Academia Valentim de Carvalho (Porto), com repertório de originais e peças associadas à carreira de André Fernandes. No dia seguinte (5), na segunda parte da 9ª Sessão, realizar-se-á uma nova conversa dos autores do Ciclo com os músicos André Santos, Jeffery Davis e Joel Silva abordando, com audição de exemplos musicais, as suas carreiras pessoais, as perspetivas atuais e futuras do jazz nacional e, ainda, a obra e o papel de André Fernandes. Às 23h15, no Pequeno Auditório do CCVF, “concerto carta branca” a André Fernandes, com estreia de um novo projeto musical.
To coincide with the 23rd edition of the Guimarães Jazz Festival, António Curvelo and Manuel Jorge Veloso (in a co-production with the Hot Clube de Portugal and the Vila Flor Cultural Center) have created the cycle, “The History of Jazz in Portugal,” which returns to Guimarães for its 9th and 10th Sessions which will take place on the 4th, 5th, 10th and 11th of November.
The ninth of the 16 sessions in the Cycle, slated for Nov. 4th, will open with guitarist André Fernandes speaking about his career, both professionally and artistically, as well as the current jazz scene in Portugal, (with recorded music) followed by a jazz combo concert at 11:15pm by the Valentim de Carvalho Academy in Oporto performing original works along with pieces associated with the career of André Fernandes. On the next day, Nov. 5th, the creators of the Cycle will gather with musicians André Santos, Jeffrey Davis and Joel Silva, to discuss their careers, the present and future prospects in the world of jazz in Portugal, and the work and role of musician André Fernandes (with recorded music played). At 11:15pm in the Small Auditorium, a concert in honor of André Fernandes will take place and will feature the first playing of new musical compositions.
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Entrada livre (dia 10) /
5,00 EUR (dia 11)
Cartão Quadrilátero Cultural e Sócios do HCP_desconto 50%
Coincidindo com a realização da 23ª edição do Guimarães Jazz, o ciclo Histórias de Jazz em Portugal, da autoria de António Curvelo e Manuel Jorge Veloso, e coprodução do Hot Clube de Portugal e do Centro Cultural Vila Flor, regressa a Guimarães para as suas 9ª e 10ª Sessões, que terão lugar nas noites de 04, 05, 10 e 11 de novembro.
No dia 10, uma conversa dos autores do Ciclo com o pianista e compositor João Paulo Esteves da Silva marca o início da 10ª sessão de Histórias de Jazz em Portugal. Uma conversa informal e totalmente livre, ilustrada com audição de peças musicais, sobre a sua longa carreira artística, não esquecendo o atual momento da cena-jazz nacional, sublinhando as suas conquistas e alertando para eventuais riscos. Às 23h15, terá lugar um concerto por um combo de jazz do Conservatório de Música da Jobra (Albergaria-a-Velha), com repertório de originais e peças associadas à carreira de João Paulo Esteves da Silva. No segundo e último dia da 10ª Sessão (11) estarão em foco, em nova conversa com audição de exemplos musicais, os músicos Bruno Pedroso, Júlio Resende e Paulo Curado, que, como é hábito, falarão igualmente do atual estado do mundo nacional do jazz e cruzarão as suas opiniões pessoais sobre o lugar da obra de João Paulo Esteves da Silva na história do jazz em Portugal. Às 23h15, no Pequeno Auditório do CCVF, “concerto carta branca” a João Paulo Esteves da Silva, com músicos por si livremente escolhidos.
To coincide with the 23rd edition of the Guimarães Jazz Festival, António Curvelo and Manuel Jorge Veloso (in a co-production with the Hot Clube de Portugal and the Vila Flor Cultural Center) have created the cycle, “The History of Jazz in Portugal,” which returns to Guimarães for its 9th and 10th Sessions which will take place on the 4th, 5th, 10th and 11th of November.
On Nov. 10th, the creators of the Cycle will speak with the pianist and composer João Paulo Esteves da Silva to start off the 10th Session of the History of Jazz in Portugal. This will be an informal and totally free-form conversation, with recorded pieces of music as a highlight to his long artistic career, with due commentary on today’s jazz scene in Portugal as well as the artist’s conquests and cautions for the future. At 11:15pm there will be a concert by a jazz combo from the Jobra Conservatory of Music (in Albergaria-a-Velha) with original pieces as well as others associated with João Paulo Esteves da Silva. On the second and final day of the 10th session (Nov. 11th), a conversation will take place (with recorded music played) in which Bruno Pedroso, Júlio Resende and Paulo Curado will discuss where jazz is at in Portugal at the present time as well as their professional opinions on the place that João Paulo Esteves da Silva occupies in the history of jazz in Portugal. At 11:15pm a concert in honor of João Paulo Esteves da Silva will take place, featuring musicians that he himself hand-picked to perform.
 
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As jam sessions conferem ao Guimarães Jazz uma das suas facetas identificadoras.
A componente de improvisação das jam sessions revela o lado mais informal do jazz, permitindo que o público menos conhecedor desta música a possa ouvir num ambiente mais direto e próximo dos músicos. Este ano, as jam sessions no Convívio Associação Cultural e no Café Concerto do CCVF serão protagonizadas por um conjunto de extraordinários músicos emergentes da cena musical nova-iorquina da atualidade: Reut Regev (trombone), Taylor Ho Bynum (corneta), Adam Lane (contrabaixo) e Igal Foni (bateria).
 
QUINTA 06 A SÁBADO 08 NOVEMBRO / 24H00 
CONVÍVIO ASSOCIAÇÃO CULTURAL  
 
QUINTA 13 A SÁBADO 15 NOVEMBRO / 24H00 
CAFÉ CONCERTO DO CCVF
Preço 2,50 eur
The jam sessions are one of the facets which Guimarães Jazz most identifies with.
The improvisational nature of the jam sessions reveals jazz’s more informal side, allowing the less seasoned listeners in the audience to enjoy the music in a way that is more direct and closer to the musicians. This year, performing in the jam sessions at the Convívio Cultural Association and at the CCVF Café Concerto will be a group of extraordinary up-and-coming new musicians on today’s New York scene: Reut Regev (trombone), Taylor Ho Bynum (cornet), Adam Lane (bass) and Igal Foni (percussion).
 
THURSDAY 06 TO SATURDAY 08 NOVEMBER / 12.00 P.M
CONVÍVIO ASSOCIAÇÃO CULTURAL
 
THURSDAY 13 TO SATURDAY 15 NOVEMBER / 12.00 P.M 
CCVF CAFÉ CONCERTO
2,50 eur
 
 
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No final do concerto da Big Band, Ensemble de Cordas e Coro da ESMAE, será lançada a edição discográfica da última colaboração entre o Guimarães Jazz e a editora portuguesa Tone of a Pitch (TOAP), que aconteceu na edição de 2013 do festival.
Nessa edição do Guimarães Jazz, optou-se por convidar um músico português a reunir uma formação inédita para interpretar composições originais e atuar sob a sua direção. O nome escolhido foi o de João Guimarães, um valor emergente da nova geração do jazz português. Para este projeto, João Guimarães convocou jovens músicos emergentes da cena jazzística de Brooklyn com quem teve oportunidade de colaborar durante a sua passagem por Nova Iorque e com quem manteve uma relação de cumplicidade. Contidos e subtis, os temas presentes neste disco revelam uma visão artística que parte das coordenadas de um jazz post-bop e se expande por paisagens e espaços mais abstratos e líricos nas margens de todas as linguagens musicais contemporâneas, que revelam a procura pessoal por uma música sincrética e aurática que enfrenta um elemento de risco, mas que não abdica de trilhar o caminho da sua própria e irredutível singularidade.
At the final ESMAE Big band, String Ensemble and Chorus concert, the most recent collaboration bringing together Guimarães Jazz and Portuguese music label Tone of a Pitch (TOAP) will be released, the recording of a performance from the 2013 season.
For this edition of the Guimarães Jazz Festival, a Portuguese musician has been invited for the first time to perform original compositions and to direct a musical ensemble. This year’s choice is João Guimarães, an up-and-coming name in the younger generation of jazz performers in Portugal. For this event, João Guimarães has invited promising young musicians from the Brooklyn jazz scene who he had the chance to work with during a stay in New York and with whom he has maintained a close bond of friendship. Restrained and subtle, the selections on this recording reveal an artistic vision which steps away from the coordination of post-bop jazz and spreads out to more lyrical and abstract landscapes and spaces more along the by-ways of all contemporary musical languages, thus exposing the musician’s personal search for more eclectic and aura-based music which confronts an element of risk but which also does not veer away from the path of unmistakable singularity.
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As inscrições só serão consideradas válidas após efetuado o pagamento da respetiva caução, sendo aceites por ordem de pagamento até ao limite dos lugares disponíveis.
O pagamento da caução poderá ser feito em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou através de cheque/vale postal enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, até à data limite de inscrição, sendo o valor reembolsado caso o participante esteja presente em pelo menos 75% da atividade ou em caso de desistência até ao dia 06 de novembro.
As oficinas de jazz são uma oportunidade única de interação e troca de experiências.
Tal como as jam sessions, são dirigidas pelos músicos residentes que se deslocam propositadamente dos E.U.A. a convite do festival, fixando-se em Guimarães durante duas semanas. Este ano, as oficinas de jazz serão orientadas por Reut Regev, Taylor Ho Bynum, Adam Lane e Igal Foni, uma formação de extraordinários instrumentistas da cena musical nova-iorquina da atualidade. 

Datas 10, 11, 13 e 14 de novembro
Horário das 14h30 às 17h30
Data limite de inscrição 05 de novembro
Nº máximo de participantes 25
Inscrição gratuita (sujeita ao pagamento de uma caução no valor de 25,00 euros que será reembolsada caso o participante esteja presente em pelo menos 75% da atividade ou em caso de desistência até ao dia 06 de novembro)
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
The jazz workshops offer a unique opportunity for interaction and the exchange of experiences.
As with the jam sessions, the workshops will be led by the Artists-in-Residence, who have come from the United States expressly for the event, staying in Guimarães for a period of two weeks. This year, the jazz workshops will be led by Reut Regev, Taylor Ho Bynum, Adam Lane and Igal Foni.
 
Registration deadline November 5th 
Maximum number of participants 25 
Free registration (subject to payment of a deposit of 25.00 euros which is refundable if the participant is present in at least 75% of the activity or in case of cancellation up to November 06) 
Registrations can be made at the Vila Flor Cultural Centre or the site www.ccvf.pt by completing the online form available. 
formulario de inscrição fechar todos
2,00 EUR
Venham todos! Pais e filhos! Avós e netos! Padrinhos e afilhados! (Só não podem vir o gato e o peixinho...)
Venham todos descobrir exposições com obras de artistas, objetos novos e antigos daqui e de outros lugares. Esta edição dos Sábados em Família é dedicada à arquitetura: da transformação do Mercado Municipal em Plataforma das Artes, à exploração dos lugares utópicos que a arquitetura imagina ou constrói para nós, crianças e adultos partirão numa viagem por dentro e por fora do edifício do CIAJG.
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Público-alvo Maiores de 4
Horário 16h00
Duração 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Atividade sujeita a marcação prévia com 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
 
 
Come one, come all! Parents and children! Grandparents and grandchildren! Godparents, cousins and everyone! (Your pets should come some other time!)
Any and all are invited to discover the exhibitions with works by talented artists, objects old and new, and things from faraway places. This edition of “Saturdays with the Family” is dedicated to architecture – from the transformation of the Town Market into the Platform for the Arts to the exploration of utopian places which only architecture can image and construct for us. Children and adults will begin their journey at the José de Guimarães International Center for the Arts (CIAJG).
 
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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Jovem letrista brasileiro, Filipe Catto é um compositor que não teme a palavra e segreda ao público sentimentos inconfessáveis. Esse atrevimento ou despudor, dependendo da perspetiva, dão-lhe um cunho quase ingénuo e juvenil, contudo sedutor.
Filipe Catto tem aura de poeta, a fazer lembrar um jovem Rimbaud que veste calças de ganga e calça sapatilhas. A sua voz afinada de timbre raro não obedece às demandas do mercado, mas antes escorre a alma que lhe vai por dentro. As músicas de Filipe Catto cantam o amor sem regra, seu tema de eleição, servindo-se de influências como o tango, o samba-canção e o blues. Ao Centro Cultural Vila Flor, Filipe Catto traz o espetáculo “Voz & Violão” onde o músico se apresenta na sua essência: voz, presença e talento. Um concerto intimista que convida apenas mais um instrumentista em palco (Alexandre Bernardo). 
A young musician from Brazil, Filipe Catto is a songwriter who does not fear lyrics and who entrusts his audience with his confessions of dark secrets. This may well be an act of daring or of indecency, depending on one’s perspective, and in so doing it lends the performance an almost innocent and child-like (and almost seductive) air.
Filipe Catto gives off the aura of a poet, reminding us of a young Rimbaud who wears jeans and sneakers. His finely tuned and rare voice does not bow before the demands of the market, instead he lets the soul inside flow outward. Filipe Catto’s songs speak of love without rules, his favorite topic, and his influences range from tango to song-samba to the blues. At the Vila Flor Cultural Center, Filipe Catto brings us the show “Voice and Guitar” where music in its essence is on display in his voice, his presence, and his talent. This promises to be an intimate concert; joining Filipe Catto on stage is musician Alexandre Bernardo.
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Filipe Catto voz e violão
Alexandre Bernardo viola e guitarra elétrica
Maiores de 12
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%

LOCAL: Palco do Grande Auditório
O Centro Cultural Vila Flor é palco para a estreia absoluta de “Under”, a mais recente criação do Útero.
Depois de várias semanas em residência artística na cidade de Malmö (Suécia), bem como em Londres, “Under” chega a Guimarães. Nesta nova criação, o Útero Associação Cultural prossegue o caminho artístico apresentado nas suas últimas obras – “The Old King” (2011), “Europa” (2012) e “Pele” (2013). A água surge como elemento emocional e a luz como lugar de contemplação, os corpos são invertidos ou soterrados no imaginário do espetáculo e a música assume um papel central ao aglutinar todos os outros elementos. Inspirado em ambientes da obra de Michelle Borremans e Berlinde De Bruyckere, “Under” desafia-nos a fechar os olhos, a meditar e olhar para dentro de nós, para descobrir o mundo, para descobrir a nossa pedra, o nosso lugar.
 
SÁBADO 22 NOVEMBRO
APÓS O ESPETÁCULO “UNDER”
HÁ CONVERSA COM… 
MIGUEL MOREIRA
 
Promovido pelo Serviço Educativo, Há conversa com... acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Em novembro, após a estreia do espetáculo “Under”, é a vez de Miguel Moreira conversar com o público sobre a sua mais recente criação.
The Vila Flor Cultural Center welcomes the World Premiere of “Under”, the most recente artistic creation from Útero.
After several weeks as Artists-in-Residence in the city of Malmö, Sweden, and after some time in London, “Under” has arrived n Guimarães. This newly created show from the Útero Cultural Association has taken the artistic path of its recent predecessors, – “The Old King” (2011), “Europa” (2012) and “Pele” (2013). Water serves as the primary emotional element and light as the place for contemplation, bodies are put upside down or buried within the show’s imaginary world and music takes on the central role of bringing everything together. Inspired by the atmospheres created in the works of Michelle Borremans and Berlinde De Bruyckere, “Under” challenges us to close our eyes, to mediate, and to look inside ourselves to discover the world, to discover our magical stone, and to find our very own special place.
 
SATURDAY NOVEMBER 22
AFTER THE SHOW "UNDER"
CONVERSATIONS WITH… 
MIGUEL MOREIRA
Promoted by Educational Services, Conversations with...” is an event which takes places regularly and directly follows a theatrical performance or is set within the scope of an art exhibition opening. Its objective and desire is to enhance the vocabulary used among the artists and the public as a way to promote a deeper critical sense and to increase one’s enjoyment of an artist’s or actor’s creation. In November, following the premiere of the show “Under”, it will Miguel Moreira’s turn to speak with the public about the essence of his most recent production.
 
 
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Produção Arts Council England/British Council - Artists International Development Fund (UK), Malmö Kulturstöd and Konstnärsnämnden, projektbidrag (Suécia), Útero (Portugal) Produzido em parceria e residências artísticas Espaço do Tempo (Portugal), Inkonst, Malmo (Suécia), Free to Fall (UK) Direção Miguel Moreira  Bailarinos/cocriadores Dan Watson, Khamlane Halsackda, Sebastian Langueneur  Assistência de direção e codireção Catarina Felix  Música Bentes Luz Jorge Rosado Coaching Luz João Garcia Miguel Produtor Inglês Lee Smikle  Produtor Sueco Hanna Falk Produtor português Útero | O Útero está integrado no projeto Guimarães 2012-2016 e é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Secretário de Estado da Cultura/ DGArtes
Maiores de 16
 
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2,00 EUR
Que maçã era aquela que envenenou a Branca de Neve? Era orgânica, tinha pesticidas ou era geneticamente modificada?
E como é que o Rei Midas transformava tudo em ouro? Tinha um olhar de alquimista? E de que são feitas as estrelas? Serão as estrelas do mesmo material do sapatinho de cristal da Gata Borralheira, do interior do meu telemóvel, da espada do Lancelot ou da varinha mágica que a minha mãe usa na cozinha para fazer sopa? Num mundo que depende de uns materiais que parecem ter os dias contados e de outros que parecem regenerar-se infinitamente, fábulas elementares é um espetáculo híbrido, entre um laboratório de físico-química e uma conversa íntima sobre de que são feitas as coisas com que brincamos e construímos as nossas histórias.
 
Local Pequeno Auditório do CCVF
Público-alvo dos 9 aos 12 anos
Horário 23 novembro às 16h00, 24 novembro às 10h30 e 15h00, 25 novembro às 10h30
Duração 45 min.
Lotação 50 pessoas (espetáculo decorre no palco)
What kind of apple was it that poisoned Snow White? Was it organic, did it have pesticides or was it genetically modified?
And how did King Midas turn everything he touched into gold? Did he have some alchemist’s eye for things? And what are the stars made of? Are the stars of the same type of material as the glass slipper, something from Puss in Boots, something from inside my mobile phone, Lancelot’s sword, or something whipped up by the wand-style stick blender my mother uses to make soup? In a world which depends on disposable things or on other objects which seem to clone themselves and regenerate, Elementary Fables is a hybrid show, somewhere between a chemistry & physics lab and an intimate conversation about what our playthings are made of and the stuff used to build our very own stories.
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3,00 EUR
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O Café Concerto empresta o seu palco para o serpentear do corpo e música de Jibóia.
Óscar Silva, o homem que veste as escamas deste reptil, já é conhecido do público pelos seus ritmos exóticos carregados de um psicadelismo que promete viagens para destinos que destilam aromas de especiarias. Óscar Silva já trabalhou com vários artistas mas a Jibóia entrelaça-se frequentemente com Ana Miró (Sequin, que recentemente pisou o nosso palco) com quem explora os territórios pérsicos da música e que é parceira neste último projeto, Badlav, que chega agora até nós. Jibóia desliza até Guimarães prometendo ritmos alucinantes numa atuação que se compara ao desvario de um encantador de serpentes.
The CCVF Café Concerto is lending its stage to the serpentine movements – both body and music – of their musical guest, Jibóia.
Óscar Silva, the man who dons the reptilian scales, is already well known for his exotic rhythms, ones heavy with the psychedelic groove of journeys to places which are perfumed with enticing spices. Óscar Silva has already worked with a variety of artists, but Jibóia means that he frequently entwines himself with Ana Miró (from the show “Sequin”, performed last month here at the CCVF), who explores the more Persian landscapes of music and who has joined in on his latest project, “Badlav” which we now are proud to feature. Jibóia wends its way to Guimarães and promises intoxicating rhythms in a performance which rivals the fascinating art of the snake charmer.
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Óscar Silva teclados, guitarra e beats
Ana Miró voz
Maiores de 12
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“Antológica” desenrola-se ao longo de uma sucessão de cenas, às quais corresponde uma tela que enquadra os atores, como quem coloca um indivíduo numa paisagem.
Depois de “A Portugueza” e “A Africana”, “Antológica” é o terceiro trabalho que une a companhia Cão Solteiro e o artista plástico Vasco Araújo. Tal como no espetáculo anterior, os textos são de José Maria Vieira Mendes. “Antológica” é uma construção modular, sequência de corpos enquadrados por paisagens impressas. É um encontro em movimento entre a companhia de teatro Cão Solteiro e o artista plástico Vasco Araújo. “Antológica” não se compõe através da narrativa clássica, antes se constrói através de momentos isolados que correspondem a cenas em que o público é convidado a desvendar a obra com o seu próprio sentido. Um traço singular que serve de marca a esta pareceria, a mistura de duas linguagens artísticas, o teatro e as artes plásticas, numa criação circular em que o fim de uma se esbate no início da outra. 
 
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Autoria do projeto Cão Solteiro & Vasco Araújo Textos José Maria Vieira Mendes Figurinos Mariana Sá Nogueira Desenho e operação de luz Daniel Worm Vídeo André Godinho Sonoplastia Nuno Fonseca Costura Atelier Teresa Louro, Maria José Baptista Produção e fotografia Joana Dilão Atores Cecília Henriques, João dos Santos Martins, João Robalo, Luís Magalhães, Mário Afonso, Patrícia da Silva, Paula Sá Nogueira, Vasco Araújo
Contorcionista Denise Figurantes Bruno Freitas, João Oliveira, João Santos, Paulo Viegas Impressão de tecidos Ricardo Matos Tratamento de imagem para telões Miguel Faro Construção de cenografia Galamba Décor
Técnico de palco Cláudio Teixeira Apoio à dramaturgia e escrita de textos Maria Sequeira Mendes, Nuno Fonseca Agradecimentos António Gouveia, Clara Faria, Culturgest, João Brandão, Laudemira Ramos, Lara Morais, Lucio Magri, Luquebano Afonso, Maria Braga, Miguel Pereira, Nuno Tomaz, Pedro Faro, Pedro Guerra e toda a equipa da Berma, Raimundo Cosme, RCJ Fitness Center Algés, Ricardo Santanna, Rodrigo Dâmaso, Teatro Nacional de São Carlos
Agradecimento muito especial Isabel Tenreiro Martins, Daniela Rodrigues Pinto Coprodução Teatro Cão Solteiro, Maria Matos Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor Apoios Berma Impressão Digital, OPTEC - Cinema, Som e Multimédia
Estrutura financiada pelo Governo de Portugal | Secretaria de Estado da Cultura | DGArtes
Maiores de 12
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2,00 EUR
Em "Linhas de Newton", a nova criação de Aldara Bizarro, a dança explica-se através da geometria e da física.
Transformando o palco num plano geométrico, uma bailarina inventa novas perspetivas com linhas, pontos e interseções. O espetáculo é uma reflexão sobre o espaço, que aborda princípios básicos da física, a relação humana com o espaço que nos rodeia, a natureza e o espaço humanizado, a relação afetiva com o espaço familiar e o espaço que não se conhece. Pretende-se que através da dança, disciplina perita em trabalhar sobre o espaço, se transmita algumas noções básicas sobre esta matéria, bem como sobre o campo da fantasia e do belo.
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Conceção, direção e coreografia Aldara Bizarro Interpretação / cocriação Yola Pinto Apoio na área do desenho e realização do cenário David Bernardino Consultoria e apoio na área da Filosofia Dina Mendonça Composição musical Fernando Mota Desenho de luz Cláudia Valente Vídeo Catarina Santos Produção executiva Joana de Melo Jorge Coprodução Temps D’ Images, Teatro Viriato e Centro Cultural Vila Flor Produção Jangada Apoio Residência Artística O Espaço do Tempo Parceria Liga dos Combatentes Agradecimentos Paula Reis, Margarida Bettencourt, Leonor Keil e Luísa Taveira, Brompton Portugal, Leds & Chips Jangada é uma estrutura financiada por Governo de Portugal — Secretaria de Estado da Cultura/Direção-Geral das Artes
Maiores de 10
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Em plena época natalícia, a Companhia Nacional de Bailado traz ao Centro Cultural Vila Flor uma nova versão do famoso bailado “Quebra Nozes”.
Embora desconheçamos a origem da maior parte das tradições que herdamos, já de outras destrinçamos bem o seu começo. O bailado “Quebra Nozes” é uma dessas tradições inventadas, que vê aqui, nesta versão coreografada por Fernando Duarte, com dramaturgia e encenação de André e. Teodósio, uma brilhante hipótese de reinvenção. Pensada para os espetadores de hoje, diariamente assaltados por explosões de eventos múltiplos, esta versão pretende exponenciar a relação espelhada entre o novo e o velho, entre a alta e a baixa cultura, entre o real e as analogias, entre o melhor de dois mundos complementares presentes no reino de uma única Clara, ser humano cruzado de Alice e Oliver Twist. Um sonho tornado realidade: eis como definir “Quebra Nozes Quebra Nozes”.
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Coreografia Fernando Duarte 
Encenação e dramaturgia André e. Teodósio  
Música P.I. Tchaikovski  
Cenário e figurinos João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira  
Desenho de luz  Daniel Worm d’Assumpção  
Maiores de 6
2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
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Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Esta exposição resume a argumentação valorativa de um ideal de verdade, cuja crítica política e social implícita se manifesta através do talento do artista.
Em “Rien”, a nudez e a crueldade latente em muitos pormenores registados tornam-se mais percetíveis e intensas a cada olhar, propondo a interiorização do sofrimento, da dor, da solidão, da decadência, do abandono, da segregação, como motor de busca de uma nova realidade não corrompida, nem injusta. O preto e branco das fotografias devolve à imagem a sua essência primordial. A acumulação seletiva exercida pela atenção do sujeito, pelo seu olhar, transforma cada fotografia num exemplar único e insubstituível, que permite compreender a diferença entre realidade e encenação do real. Entre o facto captado e o observador, a visão de André Cepeda imprime uma eminente dimensão sociopolítica, materializada num sincero e introspetivo ato de contestação.
 
Horário da Exposição
terça a sábado, 09h30-13h00 | 14h30-19h00
domingos e feriados, 14h00-19h00
 
VISITAS ORIENTADAS
Horário terça a sábado, das 10h00 às 19h00 
Público-alvo Maiores de 4 anos
Duração 60 a 90 min.
Lotação mín.10 pessoas, máx.20 pessoas
Preço 2,00 eur
As visitas orientadas estão sujeitas a marcação através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
 
Terça, 04 de novembro, às 18h30
Visita especial para professores com o artista André Cepeda
Entrada gratuita, sujeita a marcação através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
This exhibition summarizes the evaluative argumentation of an ideal of truth, whose implicit political and social criticism is manifested through the artist´s talent.
The latent sense of nudity and cruelty found in many recorded details become more perceptible and intense before each gaze, proposing internalization of suffering, pain, loneliness, decay, abandonment, segregation, as a driving force to find a new reality that is neither corrupt nor unjust. The photographs black and white tonalities return the image to its primal essence. The selective accumulation exerted by the subject´s attention, his gaze, transforms each photograph into a unique and irreplaceable specimen, which makes it possible to understand the difference between reality and artificially staged events. Between the recorded fact and the observer, André Cepeda´s vision imprints an eminently socio-political dimension, materialized via a sincere and introspective act of contestation.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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O CIAJG reúne peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos.
Ao longo de um percurso pelas oito salas que constituem o piso 1 do edifício, os visitantes poderão rever alguns dos ex-libris das coleções, mas também descobrir novas peças que integram as constelações de objetos e imagens organizadas a partir de tipologias como: arcaico/contemporâneo; acontecimento/história; estranho/ familiar; erudito/popular; material/imaterial.
 
Arte Tribal Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães, Objetos do Património Arqueológico, Popular e Religioso, Obras de Artistas Contemporâneos: Vasco Araújo, Franklin Vilas Boas, João Botelho, Otelo Fabião, Jarosław Flicinski, José de Guimarães, f.marquespenteado, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa.

CIAJG - José de Guimarães International Arts Centre brings together pieces from different times, places and contexts in connection with work by contemporary artists. Throughout the eight rooms that shape the building’s first floor, visitors can, in this new cycle of exhibits, revisit some of the collections’ showpieces, and, at the same time, find new pieces which are part of constellations of objects and pictures organised using taxonomies such as: archaic/contemporary; event/history; unfamiliar/familiar; erudite/popular; material/immaterial.

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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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A presente exposição revisita “Parque”, o mais amplo e complexo projeto de Ricardo Jacinto (Lisboa, 1975) realizado até à data, e investe o território inexplorado que ficou desenhado quando o extenso coletivo de artistas e músicos que se reuniu em torno do autor se desmembrou.
Constituindo-se seguramente como uma das mais fascinantes obras produzidas no contexto da arte contemporânea portuguesa na última década, “Parque” define-se como um espaço de criação coletiva e comunitária e desenvolveu-se praticamente sem interrupções entre 2001 e 2007, articulando um conjunto de três peças performativas principais com um conjunto de apresentações mais informais que documentavam as fontes, os materiais e os conceitos que consubstanciaram o projeto. Ricardo Jacinto cruza no seu trabalho escultura, arquitetura e música para criar peças em que o espectador é convocado para experiências percetivas intensas e, por vezes, inusitadas. 


Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00

SÁBADO 10 JANEIRO / 22H00
Concerto “PARQUE: Wsongs” (Ricardo Jacinto)

DOMINGO 11 JANEIRO / 11h00
Visita à exposição e apresentação do catálogo Ricardo Jacinto / Parque: Os Cones e Outros Lugares, com Nuno Faria, Delfim Sardo e Rui Horta

The present exhibition revisits “Parque”, the broadest and most complex project by Ricardo Jacinto (Lisbon, 1975) to date and invests in the uncharted territory that emerged when the wide-ranging collective of artists and musicians which associated with the artist disbanded.
Certainly one of the most fascinating works produced in the context of contemporary Portuguese art from the previous decade, “Parque” defines itself as a space for collective and community-based artistic creation, and it operated practically without interruption between 2001 and 2007, producing a set of three main performance plays with a group of more informal presentations which documented the sources, the materials, and the concepts underlying the project. Ricardo Jacinto intertwines sculpture, architecture, and music in his work to create pieces in which the viewer is drawn in by intense and sometimes unexpected experiences of perception.
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Curadoria Nuno Faria 
Todas as idades
4,00 eur / 3,00 eur c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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A “Escola do Porto” tem uma história oficial que começa em Carlos Ramos, é estruturada por Fernando Távora e internacionalizada primeiro por Álvaro Siza e depois por Eduardo Souto de Moura.
Na sombra desta “Escola do Porto” existe um “Lado B”, um lado outro, de estórias que escaparam às teses e aos livros. São estórias esquecidas, estórias secundárias, algumas inconsequentes outras rasuradas, estórias que tentámos pensar com um conjunto de entrevistas nem sempre concordantes entre si e que, no seu desacordo, evidenciam uma realidade mais complexa, com posições mais marginais. Desacordos que põem em causa a linearidade da história oficial e a imagem homogeneizadora da ideia de “Escola do Porto”. Estas estórias oscilam entre dois polos: entre a utopia social e política fortemente influenciada pelo Maio de 68; e a utopia formal e disciplinar que caracterizou o pensamento radical na década de 70. A narrativa proposta centra-se na geração que iniciou os estudos na ESBAP em 1970, e que opôs marxistas, leninistas, ou maoistas a trotskistas, situacionistas ou anarquistas.
 

Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00

SÁBADO 25 OUTUBRO / 22H00
Apresentação do catálogo da exposição Escola do Porto: Lado B / Uma história oral (1968-1978)

TERÇA 28 OUTUBRO / 18H30
Há convesa com… Pedro Bandeira & Joaquim Moreno
O Serviço Educativo propõe, desde setembro, conversas regulares no âmbito de várias disciplinas e vertentes da programação. Há conversa com... acontecerá regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Em outubro, há conversa no CIAJG com Pedro Bandeira e Joaquim Moreno, em torno da exposição "Escola do Porto: Lado B | Uma história oral (1968-1978)".

QUARTA 26 NOVEMBRO / 18H00
Visita à exposição Escola do Porto: Lado B / Uma história oral (1968-1978) por Matilde Seabra, seguida de conversa com Jacinto Rodrigues e Eduardo Jorge Fernandes

SÁBADO 10 JANEIRO / 11H00
Mesa redonda com Eduardo Jorge Fernandes, Gonçalo Canto Moniz, Jorge Figueira e Raquel Paulino
Perspetivas sobre a Escola do Porto nos anos ‘70

SÁBADO 10 JANEIRO / 16H00
Caroline Maniaque Benton conversa com Joaquim Moreno
Contracultura nos anos ‘60 a ‘80

The history of the “Oporto School,” which begins with Carlos Ramos, is framed by Fernando Távora and then given international exposure by the award-winning Álvaro Siza and later, Eduardo Souto de Moura.
Within the shadow of the “Oporto School” there is a “B side,” the less visible side, of those stories which don’t end up in the academic theses, papers and books. These are forgotten stories, secondary stories, some of no consequence, others white-washed, stories that we have tried to recover with a series of interviews which do not always mesh with each other, and for that reason, they end up showing a more complex reality with jockeying along the sidelines which allow us to question the linearity of the “official story” and the homogenized image that the concept of the “Oporto School” favors. The present exhibition balances between the two extremes: the social and political utopia greatly influenced by the events of May 1968 and the formal and disciplinary utopia which characterized the radical thinking of the 1970s. In a non-linear way, the proposed narrative is centered on the generation which began its studies at ESBAP in 1970 and which opposed Marxist, Leninist or Maoists to Trotskyites, situationists or anarchists. 
 
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Curadoria Pedro Bandeira
Todas as idades
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