Youtube Link   Facebook Link Twitter Link
Informação disponível brevemente.
fechar todos
ENTRADA LIVRE
10 anos a estender a Manta. Um hábito que virou ritual e sem o qual já não passamos. Por se ter convertido no ponto de reencontro obrigatório no regresso à cidade, no regresso à temporada artística e ao nosso lugar em comunidade.
O Manta é um dos pontos cardeais da programação do CCVF, porque abre um novo ciclo e porque o faz de modo celebratório num contacto altamente estimulante com as manifestações artísticas de Portugal e do mundo no âmbito da música, linguagem universal por excelência.
 Para esta 10ª edição decidimos evocar a memória internacional da Capital Europeia da Cultura, ao promover o regresso em concerto único de Thurston Moore. E também dos Capitão Fausto, que passaram pelo CCVF em formato indoor no ano seguinte. Teremos ainda como fator novidade a abrir para cada um deles: Valter Lobo e Alek Rein, respetivamente.
Os Capitão Fausto são a voz do Portugal contemporâneo. Um dos mais bem sucedidos projetos da cena nacional que, depois de uma primeira erupção no panorama musical, afirmam-se agora de forma irreversível. A criar clima para a sua entrada outro músico em crescendo, Valter Lobo, que revelará parte do seu novo álbum a editar muito em breve.
Thurston Moore é um ícone em movimento. Regressa a Guimarães para um concerto exclusivo, desta vez nos jardins e traz na bagagem o seu novíssimo álbum, bem como uma incrível banda que o acompanhará nesta digressão. Antes disso a noite abre com Alek Rein, um dos nomes emergentes do momento que tem assumido presença nos principais festivais de verão do país.
E à 10ª edição, o Manta continua tão irreverente, único e essencial como da primeira vez que se revelou ao público. A arte é assim, geradora de novas dinâmicas e instigadora de valores inclusivos tão fundamentais ao mundo que hoje construímos. Por isso… façamos parte!
informação adicional  |  imagens fechar todos

 Todas as idades

ENTRADA LIVRE
Os Capitão Fausto são a voz do Portugal contemporâneo. Um dos mais bem sucedidos projetos da cena nacional que, depois de uma primeira erupção no panorama musical, afirmam-se agora de forma irreversível.
Os miúdos largaram as saias da mãe, como dizem em “Os Dias Contados”, e fizeram-se à vida. Do outro lado das comodidades da atividade estudantil, entram agora na idade adulta e começam a sair de casa. É este o mote para o mais recente projeto dos Capitão Fausto. Sem perderem a identidade, mas mudando um pouco de rota em relação aos trabalhos anteriores, “Capitão Fausto têm os dias contados” é um álbum sublime, com letras assertivas, mas que não perdem um certo lirismo. As melodias são de um pop primoroso que nos levam para outras décadas, quase um repescar das influências que ouviam na infância, no gira-discos em casa dos pais. Assim como as canções que compõem este álbum, o Manta é o cenário idílico para ouvir estes rapazes que, com descontração mas também prudência, se fazem homens enquanto produzem um dos mais belos discos do ano.
 
Antes dos Capitão Fausto tomarem as rédeas do palco, o Manta recebe Valter Lobo, que traz aos jardins do CCVF o seu “Mediterrâneo”. Músicas bonitas, a simplicidade majestosa do mar a espreitar a cada acorde. O som da felicidade.
informação adicional  |  imagens fechar todos
Valter Lobo
Valter Lobo voz e guitarra
Jorge Moura guitarras e programações
Tiago Borges fliscorne e percussão

Capitão Fausto
Tomás Wallenstein voz e guitarra
Manuel Palha guitarra
Francisco Ferreira teclas
Salvador Seabra bateria
Domingos Coimbra baixo
Todas as idades
ENTRADA LIVRE
Thurston Moore é um ícone em movimento. Regressa a Guimarães para um concerto exclusivo, desta vez nos jardins do CCVF e traz na bagagem o seu novíssimo álbum, bem como uma incrível banda que o acompanhará nesta digressão.
Não há muito que possamos dizer sobre Thurston Moore que ainda não tenha sido dito. Os Sonic Youth, banda da qual foi mentor, permanecem tão relevantes e vitais hoje como sempre foram e Moore mostra que o seu entusiasmo em fazer grandes músicas permanece intacto. Com uma agenda sempre preenchida, ele encontrou tempo para gravar o maravilhoso “The Best Day”. É um disco grande e arrojado, marcado pelas guitarras radicais de Moore bem como laivos à música expansiva da banda com que se consagrou. Para trazer tudo isto à vida, ele reuniu um conjunto de músicos inigualável, The Thurston Moore Group. Aos jardins do Centro Cultural Vila Flor, estes veteranos do rock trazem o segundo álbum, “Rock’N’Roll Consciousness”. Uma noite inesquecível, um cenário deslumbrante e, no palco, uma lenda viva do rock. Aos 10 anos, o Manta continua tão irreverente, único e essencial como da primeira vez que se revelou ao público.
 
Alek Rein atua nos jardins do CCVF, fazendo o aquecimento para a entrada em palco de Thurston Moore. As canções do músico surgem entre a confissão, o protesto e o sonho, alinhado na tradição do psicadelismo folk anglo-saxónico. 
informação adicional  |  imagens fechar todos
Alek Rein
Alexandre Rendeiro voz e guitarra elétrica
Guilherme Canhão baixo
Luís Barros bateria

The Thurston Moore Group
Thurston Moore voz e guitarra 
Deb Googe baixo
James Sedwards guitarra elétrica
Ich Newman bateria
Todas as idades
Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de julho de 2016.

CLIQUE AQUI

fechar todos
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Na primeira noite do mês de julho, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães inaugura um novo ciclo expositivo marcado pela celebração da riqueza do território e da comunidade vimaranenses.
A exposição “Objectos Estranhos: ensaio de proto-escultura” tem por objetivo reunir um amplo conjunto de peças do património religioso, popular e arqueológico da região, fazendo-as dialogar com peças de artistas contemporâneos. Através da extensa paisagem de objetos expostos – que vão desde as pinturas de Mestre Caçoila até ex-votos em cera, passando por peças notáveis de alguns dos mais significativos espólios museológicos do Concelho, como é o caso de S. Torcato, S. Francisco ou Fermentões – pretendemos celebrar a riqueza, a pluralidade e a idiossincrasia de uma terra muito densa, através não só da reunião desses objetos mas, igualmente e sobretudo, de uma plêiade de convidados que, no âmbito e no interior da exposição, ajudarão a perceber as crenças, os hábitos e rituais que organizam a vida das pessoas.
 
Com Mestre Caçoila (pintor aos domingos) e Musa paradisiaca 
Peças das Coleções de Museu de Alberto Sampaio, Sociedade Martins Sarmento, Museu da Agricultura de Fermentões, Venerável Ordem Terceira de São Francisco, Associação Artística da Marcha Gualteriana, Igreja de São Domingos, José de Guimarães / CIAJG e gentis colecionadores particulares 
Curadoria de f.marquespenteado e Nuno Faria
 
Inauguração da Exposição 01 de julho, às 22h00
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
On the first evening in the month of July, the José de Guimarães International Center for the Arts – CIAJG will inaugurate a new exhibition cycle with a celebration of the richness of both the land around Guimarães and the entire Guimarães community.
The exhibition, “Strange Objects: essay on proto-sculpture” will bring together a broad range of pieces from the region`s religious, archaeological and folk heritage, inviting them to enter a dialogue with pieces from contemporary artists. Through the extensive landscape of the objects on display, which range from the paintings of Mestre Caçoila to wax ex-votos offerings, in addition to some of the most notable pieces from museum collections in the county – as in the case of objects from São Torcato, São Francisco and Fermentões – the intention is to celebrate the wealth, plurality, and the idiosyncrasy of a land whose traditions are a gift. This exhibition is not just bringing together the objects but also a wide range of people who will participate in the event by helping visitors to understand the beliefs, habits, and rituals that serve as the foundation of the lives of the people. 
informação adicional fechar todos
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Na noite de 15 de julho, o CIAJG abre novamente as suas portas para inaugurar uma nova exposição.
Para o filósofo alemão Martin Heidegger, de cuja obra o título desta exposição é pedido de empréstimo, a produção artística é uma forma de posicionamento do homem perante a natureza. Perguntamos aqui o que significa produzir arte. Enquanto modo específico de produção, a arte produz o quê? Estando na orla, nas margens, na confluência do mundo industrializado com o mundo natural, na obra de arte “ganha forma o próprio acontecimento da clareira do ser”. Uma forma de esclarecimento. De onde vimos, quem somos, para onde vamos? Talvez a arte trilhe um caminho que não leva a parte nenhuma; um caminho de floresta feito para nos perdemos e, na diversidade da natureza, nos reencontrarmos com a origem e os fundamentos do humano. Esta exposição reúne, assim, um conjunto de aproximações e de diálogos com uma certa ideia de natureza, enquanto tematização do diverso, daquilo que nos é estranho, e de como a podemos vir a traduzir, a compreender e a habitar.
 
Com Alberto Carneiro, Celeste Cerqueira, Filipe Feijão, Franklim Vilas Boas, Ilda David, Maria Capelo, Musa paradisiaca + Tomé Coelho, Reis Valdrez
Curadoria de Nuno Faria

Inauguração da Exposição 15 de julho, às 22h00
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
On the evening of July 15th, the CIAJG will open its doors again to inaugurate a new exhibition.

For the German philosopher Martin Heidegger, whose work has lent its name to the title of the present exhibition, an artistic production is a way of positioning man in the context of nature. Here we ask what the act of producing art might signify. As a specific mode of production, art produces what exactly? Being on the border, at the shore, at the confluence of the industrial and the natural world, it is said that in the work of art “the very event of the clarity of being takes form.” A type of clarification. Of where we come from, who we are and where we are going? Perhaps art is treading a path which takes us nowhere; we choose to go off the beaten track in a forest in order to go off wandering, and in the diversity of nature we have a reencounter with human origins and foundations. This exhibition thus brings together a set of approximations and dialogues with a certain idea of what nature is in a thematicized exercise on the diverse, on what appears strange to us, and how we might come to translate, understand and inhabit what we experience. 

informação adicional fechar todos
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Labirinto e Eco” é o mote da nova montagem da coleção permanente do Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
Durante o período de um ano, as salas do piso superior do CIAJG vão acolher um extenso e variado conjunto de intervenções de artistas contemporâneos, convidados a dialogar com os notáveis objetos da coleção de José de Guimarães e outros entretanto reunidos no acervo da instituição. O eco da criação artística propaga-se pelos tempos, numa fascinante e misteriosa viagem que descobrimos com renovado espanto a cada visita que fazemos ao museu, a cada museu. No CIAJG não é diferente. Propomos uma experiência única de visita ou revisitação através do labirinto da história pelo próprio pé do espetador ou pela mão dos monitores do nosso Serviço Educativo.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
“Labirinto e Eco” (“Labyrinth and Echo”) is the name given to the new arrangement of the permanent collection of the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG).
In the coming year, the exhibition rooms of the upper floor of the CIAJG will welcome an extensive and varied set of contemporary art pieces which are meant to enter a dialogue with notable objects created by the artist José de Guimarães as well as other pieces held in the institution’s collection. The echo of the artistic creation is a sound that carries over the decades and centuries in a fascinating and mysterious journey that unfolds with renewed awe each time we visit the museum, any museum. And the CIAJG is no different. Allow us to propose a unique visitor´s experience through the labyrinth of history – you may tread the path yourself or take the hand of a docent from our Educational Services. 
 
informação adicional fechar todos

Todas as idades

Entrada livre
[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin`s da Contextile]
Mais informação www.contextile.pt
Uma exposição inédita que integra 54 obras, de 51 artistas, selecionadas entre 732 propostas (544 artistas) por um júri internacional composto por Lala de Dios, Cláudia Melo, Lívia Papai, Paula Sá e Paulo Leocádio.

Um retrato da criação de arte têxtil contemporânea no panorama artístico nacional e internacional, com obras provenientes de artistas dos quatro cantos do mundo, de países como Japão, Taiwan, Argentina, Brasil, Estados Unidos, Polónia, Inglaterra, Portugal, entre outros. O júri da bienal atribui, também, um Prémio de Aquisição e menções honrosas.

 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
An original exhibition showing 54 artworks of 51 artists, selected among 732 proposals (544 artists), selected by an international Jury composed by Lala de Dios, Cláudia Melo, Lívia Papai, Paula Sá e Paulo Leocádio.
A portrait of contemporary textile art in the national and international artistic scope, with artworks of artists from all around the world, of countries such as Japan, Taiwan, Argentina, Brazil, United States, Poland, United Kingdom, Portugal, among others.  The jury of the biennial also attributes an Acquisition Prize and honorable mentions.
informação adicional fechar todos
Todas as idades
Entrada livre
Local Casa da Memória

[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin`s da Contextile]
Mais informação www.contextile.pt
Exposição das artistas Elena Brebenel (Roménia), Inguna Levsa (Letónia) e Sandra Heffernan (Nova Zelândia) resultado de residências artísticas realizadas em junho e julho, nas empresas têxteis Sampedro e MoreTextiles, e na Oficina (bordadeiras).

A Contextile propôs a estas artistas, selecionadas a partir de uma convocatória nacional e internacional (43 artistas candidatos), uma residência tendo como objetivo a criação e produção de obras artísticas a partir das técnicas de Jacquard, Estampagem e Bordado de Guimarães. Estas residências contribuem para a prossecução dos objetivos estratégicos da bienal: aproximar a Indústria Têxtil e o Bordado (de Guimarães) à arte têxtil contemporânea, possibilitando, aos artistas, novas experiências e novas abordagens criativas a partir das diferentes técnicas de manufaturação do têxtil.

 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Exhibition from the artists Elena Brebenel (Romania), Inguna Levsa (Latvia) and Sandra Heffernan (New Zealand) resulting of artistic residencies occurring in June and July in the textile companies Sampedro and MoreTextiles, and at Oficina (embroiderers).
Contextile proposes to these artists, selected of a national and international call (43 artists candidates), a residency that has as objective the creation and production of artistic artworks from theJacquard, Imprint and Embroidery of Guimarães techniques. These residencies contribute to the prosecution of the biennial strategic objectives: to approach Textile Industry and the Embroidery (of Guimarães) to contemporary textile art, enabling artists of new experiences and new creative approaches, from the different techniques of textile manufacturing. 
informação adicional fechar todos
Todas as idades
Entrada livre
[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin’s da Contextile]
Mais informação www.contextile.pt
Parte da ação da Bienal, para o enquadramento do têxtil no contexto da arte contemporânea, centra-se na reflexão e debate de projetos e ideias.
Nesse sentido, as Textile Talks são parte fundamental dessa ação, já que promovem a apresentação e discussão de processos e projetos artísticos. “Textile In Contemporary Art: This is my work, let’s talk about it! | Este é o meu trabalho, vamos falar sobre ele” é o mote destas conversas à volta do têxtil, promovidas pela Contextile em parceria com a ETN-European Textile Network. O programa de 2 dias foi desenhado a partir das candidaturas apresentadas, em resposta ao open call aberto para artistas e investigadores da arte têxtil contemporânea a nível global.
Part of the Biennial`s action, for the textile frame in the context of the contemporary art, is centered in the reflexion and debate of projects and ideas.
In this sense, the textile Talks are a fundamental part of this action, for they promote the presentation and discussion of artistic processes and projects. “Textile In Contemporary Art: This is my work, let`s talk about it!”, it is the mot of these conversations around textile, promoted by Contextile in partnership with  ETN-European Textile Network. The 2 days programme was designed from the presented, in reply to the Open Call, open to artists and researchers of the contemporary textile art at a global level. 
informação adicional fechar todos
Todas as idades

 

 

Entrada livre
[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin’s da Contextile]
Mais informação www.contextile.pt
No âmbito da Contextile 2016, o CIAJG apresenta uma ampla mostra individual de Ilda David’ em torno da produção de bordados que a artista vem realizando tendo como mote central, mas não exclusivo, o universo literário de Maria Gabriela Llansol.
Em paralelo, uma remontagem ampliada do núcleo de têxteis pré-colombianos da valiosa coleção deste Centro.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
In the Contextile 2016 âmbit, CIAJG presents a vast individual show of Ilda David` around the production of embroidery that the artist has been performing, with the central mot, but not exclusive, on the literary universe of Maria Gabriela Llansol.

 In parallel, an expanded reassembly of the pre-colombian textile of this Centre`s valuable collection core. 

informação adicional fechar todos
Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Muitas são as histórias e as memórias que Guimarães guarda, e que se guardam sobre Guimarães. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães.
 
Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h0
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.

Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal`s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Many are the stories and the memories kept by Guimarães, and which are kept with regard to Guimarães. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães.

informação adicional fechar todos

Todas as idades

2009 © Design Martino&JañaDesign | Programação Webprodz | Optimizado para resoluções superiores a 1280x800