Youtube Link   Facebook Link Twitter Link
COMPRAR BILHETES
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Preços com desconto (C/D)
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Orquestra XXI é um projeto inédito de jovens músicos portugueses residentes no estrangeiro que se reúnem em Portugal para levar a música a todo o país.

Após um ano de atividade, no qual a Orquestra XXI se apresentou nos mais prestigiados palcos nacionais, conquistando o público português e a crítica especializada, a orquestra regressa para a sua 3ª digressão. Com um programa que se estende por quatro séculos de música, de Henry Purcell ao português Luís Antunes Pena (passando por Britten, Ravel e Beethoven), a Orquestra XXI voltará a apresentar-se em Portugal durante a primeira semana de setembro, acompanhando também o violetista Jano Lisboa, desde 2013 chefe de naipe na Orquestra Filarmónica de Munique.

Orquestra XXI is a unique project which brings together young Portuguese musicians residing in other countries who have met up in Portugal to take their music around the country.

Following a year full of activity in which the Orquestra XXI has performed on some of the most prestigious stages in Portugal and has won over both the general public and critics in the field, the orchestra returns for its third tour. With a program covering four centuries of music, from Henry Purcell to the Portuguese composer Luís Antunes Pera (and performing pieces by Britten Ravel and Beethoven), Orquestra XXI will once again appear in Portugal in the first week of September, accompanied by viola player Jano Lisboa, who has been head of his section at the Munich Philharmonic Orchestra since 2013.

 
informação adicional  |  imagens fechar todos
Direção Musical Dinis Sousa 
Viola Jano Lisboa
Programa
H. Purcell Chaconne
B. Britten Lachrymae, Op. 48a
M. Ravel Le Tombeau de Couperin
L. A. Pena Vermalung IV - Ludwig v. 
L. v. Beethoven Sinfonia no. 5
Maiores de 6
Entrada livre
O Manta é um dos eventos culturais mais distintos da rentrée da nova temporada na região. Realizado no início de setembro nos jardins do Centro Cultural Vila Flor, com um enquadramento arquitetónico e cénico únicos, o Manta tem proposto ano após ano um cartaz que cobre a arte da criação musical no plano nacional e internacional. Guimarães abre assim o palco a alguns dos mais conceituados projetos da atualidade num contexto altamente intimista, mas de grande relação social com o mundo.
A edição de 2014 não se furta à responsabilidade de tentar superar as expetativas. Os Linda Martini prometem confirmar todo o entusiasmo e crescimento que deles tanto se tem proclamado. Uma banda de carga sónica, própria da beleza da sua juventude, que não esquece as raízes do país onde nasceu, logo transformando esse legado em novas coordenadas sem fim à vista. Um caso de paixão genuína para se viver sentado em hipnotismo total.
 
A noite de sábado tem sido ocupada por grandes artistas internacionais. E este ano teremos no palco do Manta alguém que estará à altura de dar continuidade à célebre atuação de Neil Hannon, no ano transato. Músico de carreira estabelecida e grande escritor de canções, Luke Haines vem a Guimarães mostrar a força das suas canções e proporcionar mais um serão inesquecível na história do evento. Um artista de corpo inteiro que se apresenta para um concerto intimista e exclusivo para os aficionados do Manta.
 
A vida do Manta são 2 dias por ano, por isso celebrem-nos da melhor forma!
imagens  |  video fechar todos
Entrada livre
Na noite de sexta-feira, o Manta abre com os Linda Martini, banda portuguesa de forte identidade autoral e uma das mais altas representantes da indústria musical portuguesa atual.

Os Linda Martini nasceram em 2003 e a sua sonoridade junta influências do post-rock e punk, ao mesmo tempo que mergulham em universos literários ricos como o de Henry Miller, cuja famosa expressão “olhos de mongol” serviu para dar nome a um dos seus trabalhos. Bebem ainda inspiração em grandes nomes da música portuguesa prestando especial cuidado ao detalhe da palavra. Os Linda Martini conquistaram uma grande legião de fãs que os segue sempre que atuam, seja em festivais ou em concertos mais intimistas, normalmente esgotando os seus concertos. Em 2013, a banda lançou “Turbo Lento” e vem agora a Guimarães para um concerto de grande plateia que se adivinha inesquecível quer pelo espaço de apresentação, quer pela maturidade que evidenciam, ou seja, o palco certo na hora certa.

 
On Friday night, Manta opens with Linda Martini, a Portuguese band with a strong song-writing identity and one of the best examples of what’s happening in the music industry today in Portugal.

Linda Martini is a group which began in 2003, and their sound brings together post-rock and punk influences while at the same time diving into rich literary realms, such as that of Henry Miller whose famous reference to “Mongol eyes” inspired them to give a song that title. The band draws inspiration from the great names from Portuguese music, and detail in the lyrics is given special attention. Linda Martini has a faithful following, so legion of fans are known to follow them wherever they perform, be it at some large open-air festival or in a more intimate concert setting, meaning that shows are almost always sold out. In 2013, the band released “Turbo Lento” and their big stage performance in Guimarães is sure to be unforgettable not only for the large-scale show they will feature but also for the maturity they bring. In other words, this will be the right stage at the right time, and a show not to be missed. 

 
informação adicional  |  imagens  |  video fechar todos
Cláudia Guerreiro baixo e voz 
Hélio Morais bateria e voz 
Pedro Geraldes guitarra e voz 
André Henriques guitarra e voz
Todas as idades
Entrada livre
O Manta acolhe, na frescura dos seus jardins, um dos melhores escritores de canções de Terras de Sua Majestade.
O britânico Luke Haines atua em Guimarães num concerto único em Portugal, este ano, e traz na bagagem uma longa e multifacetada carreira. Haines, com a sua banda The Auteurs, editou em 1993 o álbum de estreia “New Wave”, que foi apontado como o primeiro grande marco da vaga Britpop dos anos 1990, que viria a tornar famosas bandas como os Blur ou Oasis. Os The Auteurs foram, por via dessa obra, nomeados para os Mercury Prize desse mesmo ano, que haveria de ser ganho pelos Suede. A mestria de Haines sobre a expressão coletiva The Auteurs rendeu mais 2 álbuns consecutivos de originais, dando depois lugar a outro tipo de aventuras criativas que haveriam de ganhar forma mais definitiva com o lançamento da sua carreira em nome próprio, afirmando-o como um dos mais brilhantes escritores de canções da sua geração. Luke Haines não deixa contudo que o passado se torne na matéria central da sua memória, mas serve-se dele como fonte de inspiração para gravar novas obras como é o caso do muito aclamado “New York in the 70’s” publicado já em 2014, último tomo da trilogia de álbuns que o artista concebeu de forma brilhante. Sábado à noite, sentados na relva, temos assim encontro marcado com o génio de Luke Haines.
The evening coolness of the Vila Flor Gardens and Manta both welcome one of the best songwriters from the land of Her Majesty, Queen Elizabeth.
Briton Luke Haines will be performing this year in Guimarães, bringing with him a satchel full and overflowing from a long and multi-faceted career. Haines, with his band The Auteurs, came out with their premiere album “New Wave,” which was praised as a high point in the Britpop wave of the 1990s, putting him and the group on par with such other famous bands as Blur and Oasis. The Auteurs were nominated for the Mercury Prize for this work, but the award was eventually given to Suede. The brainchild behind the band, Haines and his talent was such that The Auteurs would produce two more albums of original songs. This took him down a creative path which ultimately led to Haines’ branching out on his own solo career, which confirmed him as one of the most brilliant songwriters of his generation. Luke Haines, however, is not resting on his laurels but using the past as a source of inspiration for his new work, in this case “New York in the 70’s”, released in 2014, the final chapter in a trilogy of albums that the artist has skillfully put together. Saturday evening, sitting on the lawn, we’ve all got a musical date with the genius of Luke Haines. 
informação adicional  |  imagens  |  video fechar todos
Luke Haines guitarras elétrica e acústica
Todas as idades
 
2,00 EUR
Venham todos! Pais e filhos! Avós e netos! Padrinhos e afilhados! (Só não podem vir o gato e o peixinho...)
Venham todos descobrir exposições com obras de artistas, objetos novos e antigos daqui e de outros lugares. Ouvir ou ver dançar um conto misterioso. Explorar diferentes materiais e fazer nascer algo novo. Revelar quem somos nas linhas de um desenho. Sábados em Família regressa de férias com a oficina "Trocar os pés pelas mãos", com Rita Faustino, a piscar o olho ao espetáculo de novo circo, "Abril", de João Paulo dos Santos, que se apresenta à noite no CCVF.
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horário 16h00
Público-alvo dos 4 aos 12 anos
Duração 90min.
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Atividade sujeita a marcação prévia com 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt

Come one, come all! Parents and children! Grandparents and grandchildren! Godparents, cousins and everyone! (Your pets should come some other time!) We invite everyone to discover exhibitions of artists’ work, objects that are both new and old, from here and from afar. Listen to a mysterious story, or see it danced out. Explore working with different materials and create something new and from scratch. Reveal who you are in the lines of a drawing you make. “Saturdays with the Family” returns from holidays with the workshop " Trocar os pés pelas mãos " with Rita Faustino, blinking the eye to the spectacle of new circus, by João Paulo dos Santos, which is presented at CCVF in the evening.

 
informação adicional fechar todos
 
 
COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (C/D)
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
João Paulo dos Santos traz ao Centro Cultural Vila Flor a antestreia mundial da sua mais recente criação, “Abril”.
Artista circense no mastro chinês, radicado em França há vários anos, João Paulo dos Santos surge pela primeira vez em palco ao lado da sua companheira Elsa Caillat, acrobata na corda vertical. A inspiração para este espetáculo surge da relação do artista com O Espaço do Tempo, centro de residências artísticas em Montemor-o-Novo. Numa dessas residências, João Paulo dos Santos descobriu um novo espaço, a vila abandonada de Safira. A paisagem desta vila, perdida no esquecimento, foi o ponto de partida para delinear os contornos deste espetáculo que se cruza com os quadros de Edward Hopper, pintor americano cuja obra dança em torno da paisagem e da solidão. Tendo o circo como ferramenta e linguagem artística, João e Elsa decidem fundir os seus universos para criar algo novo e singular. Trata-se de encontrar um ponto comum para transcrever a evidência de um encontro. O desafio será de explorar juntos o espaço cénico. É agora que se vão despir sem tirarem a roupa, deixar dançar a alma mais que o corpo só.
 
SÁBADO 13 SETEMBRO / APÓS O ESPETÁCULO "ABRIL"
HÁ CONVERSA COM...
JOÃO PAULO DOS SANTOS
 
A partir de setembro, o Serviço Educativo propõe conversas regulares no âmbito de várias disciplinas e vertentes da programação. Há conversa com... acontecerá regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Começamos a 13 de setembro, com João Paulo dos Santos, após a antestreia do espetáculo “Abril”.
João Paulo dos Santos brings to the Vila Flor Cultural Center the preview of the world première of his most recent creation, “Abril.”
João Paulo dos Santos, a performer in the circus arts and master of the Chinese pole who has been living in France for many years, takes to the stage for the first time with his partner, Elsa Caillat, an acrobat on the vertical ropes. The inspiration for this show comes from the artist’s relationship with ‘O Espaço do Tempo,’ a center for artists-in-residence in Montemor-o-Novo. During one of these in-residence periods, João Paulo dos Santos discovered the abandoned town of Safira, whose landscapes are a forgotten memory but which nevertheless served as a point of departure for finding a vision for this show. An intersecting reference is made to the work of American artist Edward Hopper, whose paintings also dance around the themes of landscapes and loneliness. With the circus as their artistic tool and language, João and Elsa have decided to blend their universes to come up with something new and unique, which aims to find some point in common which transcribes the evidence of an encounter. The challenge then becomes to explore the scenic space together, and to undress without removing their clothing, and to let the soul dance more than would usually happen with just the body alone. 
informação adicional  |  imagens fechar todos
Conceção, Encenação e Interpretação João Paulo dos Santos e Elsa Caillat
Música e Desenho de Som Tiago Cerqueira
Desenho de Luz Enzo Giordana
Colaboração Artística Rui Horta
Produção e Difusão Claire Perret
Maiores de 4
Entrada livre
No dia 17 de setembro, o Centro Cultural Vila Flor celebra o seu 9º aniversário.

São nove anos dedicados à arte e à cultura, nove anos de um percurso sustentado que se foi criando e fortalecendo através de uma programação regular e diversificada, do trabalho em rede, de parcerias e coproduções, e de um forte apoio à criação artística. Para assinalar esta data, o Centro Cultural Vila Flor convida todos a juntarem-se nos jardins do Palácio Vila Flor para juntos brindarmos à cultura! Porque um projeto cultural faz-se com pessoas e para as pessoas. Estamos todos de parabéns!

On the 17th of September, the Vila Flor Cultural Center celebrates its 9th anniversary.

These have been nine years dedicated to the arts and to culture, nine years on a strong and steady course which we have created and strengthened for ourselves through our regular and diverse programming, our networking, partnerships and co-productions, and through our ardent support of all creative and artistic endeavors. To celebrate our anniversary, the Vila Flor Cultural Center invites everyone to join us in the Vila Flor Palace Gardens for a toast to culture and the arts! This is because working in the field of culture is done with the people and for the people. Congratulations go to everyone!

imagens fechar todos
COMPRAR BILHETES
Entrada livre (dia 17) /
5,00 EUR (dia 18)
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A cantora Maria João protagoniza a sessão 07 do ciclo Histórias de Jazz em Portugal.

Terminado o período de férias, o ciclo Histórias de Jazz em Portugal, da autoria de António Curvelo e Manuel Jorge Veloso, e coprodução do Hot Clube de Portugal e do Centro Cultural Vila Flor, regressa a Guimarães para a sua 7ª sessão. Na primeira noite (17 de setembro), a cantora Maria João conversa com os autores do ciclo sobre a sua carreira artística profissional e a cena atual do jazz em Portugal, com audição de música gravada. Segue-se um concerto por um combo de jazz do Mestrado em Música da Universidade de Aveiro, com repertório de originais e peças associadas à carreira de Maria João. Na noite seguinte (18 de setembro), é a vez dos músicos Marta Hugon e João Moreira falarem das suas próprias carreiras, das perspetivas atuais e futuras do jazz nacional e da obra e papel de Maria João, com audição de exemplos gravados. A sessão termina com “concerto carta branca” a Maria João no Pequeno Auditório do CCVF.

The singer Maria João performs Session 7 of the History of Jazz in Portugal series.

Now with the holidays over, the History of Jazz in Portugal series, brainchild of António Curvelo and Manuel Jorge Veloso, and a co-production of the Hot Clube de Portugal, returns to Guimarães for its 7th session. On the first evening (September 17th) singer Maria João will chat with the creators of the cycle about her artistic career and the present state of jazz in Portugal, with excerpts of recorded music. Following will be a concert given by the jazz combo from the Master’s in Music program at the University of Aveiro, performing a repertoire of original songs as well as those once associated with Maria João’s career. On the following night (September 18th), musicians Marta Hugon and João Moreira will speak about their careers, present and future interpretations of the Portuguese jazz scene, and the work and legacy of Maria João, along with recorded examples. The session will conclude with a concert from Maria João in the CCVF’s Small Auditorium.

informação adicional  |  imagens fechar todos
Dia 17 (CCVF / Café Concerto)

MÓDULO 1  (75m)
Conversa
Discografia selecionada:
Maria João (líder, colíder) – João (2007); Conversa (1986); Cem Caminhos (1985), Quinteto Maria João (1983); com Aki Takase: Alice (1990); com Aki Takase & Niels-Henning O. Pedersen: Looking For Love (1988); com António Pinho Vargas & José Nogueira: A Luz e a Escuridão (1995); com Cal Viva: Sol (1992); com Carlos Bica & Azul: Azul (1996); com David Linx: Follow the Songlines (2010); com David Linx & Brussels Jazz Orchestra: A Different Porgy & Another Bess (2012); com José Peixoto: Pele (2006); com Mário Laginha: Iridescente (2012); Chocolate (2008); Tralha (2004); Undercovers (2002); Mumadji (2001); Chorinho Feliz (2000); Lobos, Raposas e Coiotes (1999); Cor (1998); Fábula (1996); Danças (1994); com OGRE: Electrodoméstico (2012); com Orquestra Jazz de Matosinhos: Amoras e Framboesas (2011); com Saxofour: Cinco (2005); (outros) – com Joe Zawinul: Faces & Places (2002); com Laurent Filipe: ad lib(itum) – Vol. 1 (1995)

MÓDULO 2 (60m)
Concerto
Isabel Nogueira voz
Andreia Santos trombone
Ismael Silva vibrafone
Renato Dias guitarra
Filipe Morais baixo elétrico
Filipe Monteiro bateria

Repertório (Maria João/Mário Laginha)
This Time
Flor
Preto e Branco
Charles on a Sunday With Sunday Clothes
Músculo
Pequeninha

Dia 18 (CCVF / Café Concerto e Pequeno Auditório)

MÓDULO 3 (75m)
Conversa
Discografia selecionada:
João Moreira  – com Alexandre Diniz: Alba (2009); com André Sarbib: This Is It (2011); com Bernardo Moreira: Ao Paredes Confesso (2003); com Bruno Santos: Caixa de Música (2013); Wrong Way (2005); com Carlo Morena/Rick Margitza: The Next Music (2000); com Joel Silva: Geyser (2014); com Luís Figueiredo: Lado B (2012); com LUME: LUME Big Band (2009); com Maria Viana: Just Friends (1988); com Marta Hugon: Story Teller (2008); com Miguel Amado: This Is My Home (2010); com Nuno Costa: All Must Go (2011); com Nuno Ferreira: Spin (2003); com Paula Oliveira/Bernardo Moreira: Fado Roubado (2007); Lisboa  Que Adormece (2005); com Pedro Moreira: Viagens (2012); com Sofia Vitória: Palavra de Mulher (2012); com Septeto Hot Club: 7to HCP (2009); com TOAP Colectivo: Vol. 3 (2009)
Marta Hugon (líder) – A Different Time (2011); Story Teller (2008); Tender Trap (2005); com Barros de Veloso: DocTetos (2012); com sPiLL: Amplitude (2004)

MÓDULO 4 (60m)
Concerto
Maria João voz
João Farinha piano, Fender Rhodes, teclados
André Nascimento computadores, teclados

Maiores de 12
Entrada gratuita*
*Os bilhetes estarão disponíveis a partir das 10h00 do dia do concerto (25 de setembro), no Palácio Vila Flor, no máximo de 2 bilhetes por pessoa.
O Centro Cultural Vila Flor é palco para um concerto da recém-criada Orquestra de Guimarães.

Fortemente assente na excelência, a Orquestra de Guimarães procurará ser, a médio prazo, uma formação de referência na sua área artística de intervenção. Esta formação funcionará na cidade de Guimarães em regime de residências artísticas. As linhas orientadoras da programação estarão assentes em fortes princípios ecléticos e de proximidade com a comunidade local. Paralelamente pretende dotar a cidade e a região com uma formação orquestral residente de alto nível. Sob a direção artística de Vítor Matos e programação de Domingos Castro, a Orquestra de Guimarães promete brindar o público vimaranense com concertos de elevada qualidade artística.

The Vila Flor Cultural Center sets the stage for the recently-created Guimarães Orchestra.

The Guimarães Orchestra has strived to establish itself as an institution based on excellence and one which represents an exemplary model in the field of music, with its primary endeavors supported by artists-in-residence in Guimarães. The programming guidelines pay particular attention to eclectic principles and rely on a close relationship with the community, and in a parallel fashion, they will provide the city and the region with orchestral training via artists-in-residence of the highest level. Under the artistic direction of Vítor Matos and with programming by Domingos Castro, the Guimarães Orchestra will most certainly honor the audiences of Guimarães with the highest of artistic quality performances. 

informação adicional fechar todos
Direção Artística Vítor Matos
Programador Domingos Castro
Programa
Mozart, W. A.: As Bodas de Fígaro K.492  (Abertura)
Mozart, W. A.: Concerto para Piano e Orquestra nº20 em Ré menor K. 466
                           Solista Pedro Emanuel Pereira 
Beethoven, L.V.: Sinfonia nº 3 em Mib Maior, op. 55 "Eroica"
Maiores de 4
COMPRAR BILHETES
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Preços com desconto (C/D)
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Cláudia Dias dirige, coreografa e interpreta “Vontade de Ter Vontade”, uma peça que nasce do sentimento de confrontação geracional que Cláudia diz sentir em relação aos seus alunos.
Um confronto que a obriga a uma reflexão sobre a sua geração e sobre a forma como a artista se relaciona com a antecedente e a precedente. Este movimento de ir para a frente, supostamente para o futuro e para trás, para o passado, implica a que se situe no presente. Num aqui e agora. E assim nasce a imagem galvanizadora desta nova criação, a de transformar o palco num território – Portugal. “Vontade de Ter Vontade” é um percurso onde as dimensões individual, coletiva, pessoal e histórica coabitam o mesmo espaço. Este percurso traça um olhar sobre o momento atual que se vive na Europa (e no Mundo), pondo em evidência as relações entre o Norte e o Sul, entre o colonizador e o colonizado, entre o central e o periférico. É também um manifesto contra a inevitabilidade. 
 
SEXTA 26 SETEMBRO / APÓS O ESPETÁCULO "VONTADE DE TER VONTADE"
HÁ CONVERSA COM...
CLÁUDIA DIAS, RAQUEL CASTRO E DANI BROWN
 
A partir de setembro, o Serviço Educativo propõe conversas regulares no âmbito de várias disciplinas e vertentes da programação. Há conversa com... acontecerá regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. A segunda conversa deste mês acontece no final do espetáculo “Vontade de ter vontade” e terá como protagonistas as criadoras das performances do ciclo Women Power (Cláudia Dias, Raquel Castro e Dani Brown).
Cláudia Dias is the director, choreographer and performer of “Vontade de Ter Vontade,” a play which stemmed from the generational confrontations she felt with regard to her students.

This is a confrontation which has made Cláudia Dias reflect upon her generation and the way an artist relates with what comes before and what comes after. The movement of pushing forward, supposedly toward the future, and backward, toward the past, implies that one is situated in the present, in the here and now. Thus the binding image of this new creation is born – one which transforms the stage into a territory, Portugal. “Vontade de Ter Vontade” takes the path where individual, collective, personal, and historical dimensions co-inhabit the same space. The show takes a look at the reality of life today in Europe (and the World), shedding light on the relationships between North and South, between the colonizer and the colonized, between the center and the periphery. It is also a manifesto against inevitability.

informação adicional  |  imagens fechar todos
Direção artística, coreografia e interpretação Cláudia Dias Assistência Cátia Leitão Texto Cláudia Dias e Cátia Leitão Espaço Cénico Cláudia Dias Direção técnica e Luz Carlos Gonçalves Música América do Norte, Seu Jorge Professora de Pilates Maria JoãoMadeira Professores de Samba Carmen Queiroz e Pedro Pernambuco Tradutores Dominique Bussillet, Jorge Sedas Nunes, Egdar Sedas Nunes e Karas Produção e Difusão SUMO/ Sofia Campos Coprodução deSingel Internationale Kunstcampus e Culturgest 
Apoio / Residências Dance Ireland, Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, Espacio AZALA, El Graner/Mercat De Les Flors/Modul Dance Agradecimentos Anselmo Dias, Paulo Mota, Idoia Zabaleta, Jorge Feliciano, Célia Fechas, Karlien Meganck, Manuel Mendonça, Gil Mendo, equipa do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e Assim Ser – Associação Intercultural Brasílica de Portugal Maiores de 12
 
 
COMPRAR BILHETES
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Preços com desconto (C/D)
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Os dias são connosco” é uma reflexão sobre o quotidiano, a relação mãe-filha, a realização profissional, o dinheiro, a família, o amor, o envelhecimento.
Quando a sua filha nasceu, Raquel Castro iniciou um diário em vídeo de 365 dias para poder mostrar-lhe, mais tarde, o seu primeiro ano de vida. Inspirada por esse registo privado e documental, decidiu depois criar um espetáculo, uma carta-vídeo de uma mãe para uma filha que é também um retrato de uma pessoa e do mundo que a rodeia, feito ao vivo para ser visto no futuro. “Foi importante perceber que a vida está cheia de presente, de um presente que não podemos abarcar na totalidade”, explica a artista. “Para esta versão escolhi representar-me servindo-me das ferramentas próprias do teatro, procurando tornar mais simbólicos alguns traços do meu retrato. Este é também um retrato datado, pretende ser um reflexo dos dias de hoje”, conclui Raquel. 
 
“Os dias são connosco” is a reflection on everyday life, the mother-daughter relationship, professional achievements, money, family, love, and ageing.
When Raquel Castro’s baby girl was born, she began a 365-day video diary so that she could one day show her daughter her first year of life. Inspired by this personal, documentary project, Raquel then decided to create a show, a video-post card of a mother to her daughter, which is also a portrait of a person and the surrounding world, recorded live but meant to be shown in the future. “It’s important to understand that life is full of the present, but one which we cannot comprehend fully,” the artist explains. “For this version, I chose to show myself by using the tools that are unique to the theater, attempting to make some aspects of my portrait more symbolic. This is also a dated portrait, it is intended to be a reflection of life today,” Raquel adds. 

 

informação adicional  |  imagens fechar todos
Criação e interpretação Raquel Castro 
Apoio dramatúrgico Pedro Gil 
Vídeo e Luz João Gambino 
Coprodução Maria Matos Teatro Municipal
Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Local: Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade

Preços com desconto (C/D)
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“How do you imagine the Devil?” é uma divertida peça que brinca com as identidades, os limites e o proibido. O diabo é testemunha.

Este espetáculo foi pensado para ser uma obra em constante evolução, numa peça em que os universos do real e da ficção se fundem e se vão tocando na tangibilidade um do outro. Este é o primeiro solo da artista que já carrega em si a promessa de um futuro de sucesso no munda da arte. Dani Brown convida o diabo a participar num jogo em que se brinca com a consistência do caos e de uma transformação em curso testando os limites da relação que vai estabelecendo com o público ao longo da peça. O desejo como uma tentação que ultrapassa os limites do género.

 
“How do you imagine the Devil?” is an entertaining show which plays with identities, boundaries, and the forbidden.

This show was envisioned to be a work that would be subject to constant evolution in the context of a play where the universe of what is real and what is fiction blends together in the tangible nature of each element. This is the first solo work of an artist who shows promise for the future in the art world. Dani Brown invites the Devil to participate in a game which plays with the notion of what makes up chaos and transformation, all the while testing the limits of his relationship with the audience during the show. Desire is a temptation which surpasses the limits of gender.

informação adicional  |  imagens fechar todos
Coreografia e Performance Dani Brown Diretor Convidado Melina Seldes Performer Convidado Gael Cleinow
Composição de Som, Treinador de Voz Alessio Castellacci Design de Luz Henning Eggers Management Jackson Klein Produção FINGERSIX | Kampnagel Internationale Kulturfabrik Hamburg | DanseFestival Barents 2013 (Hammerfest, NO) Apoio Financeiro Hamburgische Kulturstiftung Pesquisa e Apoio de Produção K3 Tanzplan Hamburg, LePacifique Centre Choreographic (Grenoble, FR), Surviving Dance: Politics + Economics + Art, Garage 29 (Brüssel), TRYangle (Marseille, FR), und ImpulsTanz Festival (Wien, AT) Maiores de 12
 
COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
Esta não é uma Cinderela tradicional!
Personagens saídos de outros contos de fadas caem do céu para dificultar a vida a Cinderela. Há uma Bruxa-Má que detesta histórias com final feliz e um Lobo-Mau disfarçado de GNR a patrulhar as estradas da floresta. Os Sete Anões são chamados para salvar Cinderela de morte certa, na sua qualidade de especialistas em técnicas de salvamento de meninas envenenadas. A Fada-Madrinha é uma tia irascível e ajusta contas com a Bruxa-Má, num combate de wrestling. No final Cinderela casa mesmo com o príncipe e têm imensos filhinhos, para descanso de todos.

 

This is not your everyday Cinderella!

Characters from other fairy tales drop out of the sky to make Cinderella’s life a real pain. There is the Wicked Witch who hates stories with a happy ending and the Big Bad Wolf dressed as a GNR policeman patrolling the forest roads. The Seven Dwarves are called in to save Cinderella from certain death as they are technical specialists in saving poisoned young girls. The Fairy Godmother is an easily irritable socialite who wants to give the Wicked Witch her just desserts in a wrestling match. In the end, Cinderella marries the prince and has loads of children and everyone gets some rest.

informação adicional  |  imagens fechar todos
Horário 28 setembro | 16h00 e 29 setembro | 10h30 e 15h00 Duração c. 45min.

Encenação, texto e cenografia João Paulo Seara Cardoso Marionetas a partir de desenhos de João Vaz de Carvalho Música Paul Ferrer Figurinos Pedro Ribeiro Coordenação de movimento Isabel Barros Desenho de luzAntónio Real e Rui Pedro Rodrigues Produção Sofia Carvalho Interpretação Edgard Fernandes, Shirley Resende, Rui Queiroz de Matos Operação de luz Cláudia Valente Assistentes de produção Edgard Fernandes, Pedro Miguel Castro Oficina de construção Rui Pedro Rodrigues (coordenação e modelação), Inês Coutinho (pintura), Nuno Valdemar Guedes, Filipe Garcia Construção cenográfica Américo Castanheira, Tudo-Faço Design gráfico Jorge Cerqueira Fotografia de cena Susana Neves Apoio Balleteatro Auditório Coprodução Teatro de Marionetas do Porto, Auditório de Espinho, FIMS - Chão de Oliva O Teatro de Marionetas do Porto é uma estrutura financiada por Governo de Portugal — Secretaria de Estado da Cultura/Direção Geral das Artes
Maiores de 4

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão jovem, Cartão jovem municipal, Menores de 30 anos, Estudantes, Cartão Municipal de Idoso e Reformados, Maiores de 65 anos, Pessoa com deficiência e acompanhante, Cartão Quadrilátero Cultural
O CIAJG reúne peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos.
Ao longo de um percurso pelas oito salas que constituem o piso 1 do edifício, os visitantes poderão rever alguns dos ex-libris das coleções, mas também descobrir novas peças que integram as constelações de objetos e imagens organizadas a partir de tipologias como: arcaico/contemporâneo; acontecimento/história; estranho/ familiar; erudito/popular; material/imaterial.
 
Arte Tribal Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães, Objetos do Património Arqueológico, Popular e Religioso, Obras de Artistas Contemporâneos: Vasco Araújo, Franklin Vilas Boas, João Botelho, Otelo Fabião, Jarosław Flicinski, José de Guimarães, f.marquespenteado, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa.

CIAJG - José de Guimarães International Arts Centre brings together pieces from different times, places and contexts in connection with work by contemporary artists. Throughout the eight rooms that shape the building’s first floor, visitors can, in this new cycle of exhibits, revisit some of the collections’ showpieces, and, at the same time, find new pieces which are part of constellations of objects and pictures organised using taxonomies such as: archaic/contemporary; event/history; unfamiliar/familiar; erudite/popular; material/immaterial.

informação adicional  |  imagens fechar todos
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão jovem, Cartão jovem municipal, Menores de 30 anos, Estudantes, Cartão Municipal de Idoso e Reformados, Maiores de 65 anos, Pessoa com deficiência e acompanhante, Cartão Quadrilátero Cultural
João Botelho (Lamego, 1949) é um dos cineastas portugueses mais destacados.

João Botelho estudou Cinema no Conservatório Nacional e Engenharia Mecânica na Universidade de Coimbra. Foi cineclubista, no Porto e em Coimbra, onde dirigiu o CITAC. Foi crítico de cinema na Gazeta da Semana e na revista M, de que foi fundador. Iniciou a sua atividade como realizador em 1976. O cinema de João Botelho estabelece múltiplas e profundas relações com o imaginário da arte, desde a pré-história à contemporaneidade, detendo-se sobre a pintura dos séculos XVI e XVII. A exposição que lhe será dedicada procura detetar e dar a ver essas relações, mais ou menos evidentes, obscuras e luminosas, a um tempo.

 
João Botelho (b. 1949 in Lamego) is one of the most prominent Portuguese film-makers.
He studied cinema and film-making at the National Conservatory, and Mechanical Engineering at the University of Coimbra. He was member of the Ciné-Clubs in Oporto and Coimbra, where he was director of CITAC. He has been film critic for the Gazeta da Semana and the magazine M, of which he was founder. João Botelho began film-making in 1976, and his work establishes multiple and deep relationships with the imaginary and with art, from pre-historic to contemporary themes, with special affinity for 16th and 17th century painting. The exhibition dedicated to him here seeks to identify and depict relationships, more or less evident, obscure and luminous of a time.
informação adicional  |  imagens fechar todos
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Todas as idades
Entrada livre
(exceto na sessão do filme "Os Maias")
Organização
A Oficina e Cineclube de Guimarães
Paralelamente à exposição de João Botelho, patente no CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, será apresentado um ciclo de cinema dedicado à obra do realizador, entre os meses de agosto e outubro.
Quinta-feira 28 agosto, 21h45
O Bravo Som dos Tambores
Tráfico
PAC - Plataforma das Artes e da Criatividade
 
Sexta-feira 29 agosto, 21h45
Valsa
Oh, Lisboa Meu Lar!
Aquando Lha Lengua for Falada
PAC - Plataforma das Artes e da Criatividade
 
Sábado 30 agosto, 21h45
A Mulher que Acreditava ser Presidente dos EUA
PAC - Plataforma das Artes e da Criatividade
 
Terça-feira 09 setembro, 21h45
Conversa Acabada (The Other One) [1981]
CCVF / Pequeno Auditório
 
Terça-feira 16 setembro, 21h45
Um Adeus Português (A Portuguese Farewell) [1985]
CCVF / Pequeno Auditório
 
Terça-feira 23 setembro, 21h45
Tempos Difíceis (Hard Times) [1987]
CCVF / Pequeno Auditório
 
Terça-feira 30 setembro, 21h45
No Dia dos Meus Anos (Mein Geburtstag) [1992]
Três Palmeiras (Les Trois Palmiéres) [1994]
PAC / Black Box
 
Domingo 05 outubro, 21h45
Os Maias [2014]
CCVF / Grande Auditório
 
Terça-feira 07 outubro, 21h45
Aqui na Terra (Qui Sulla Terra) [1993]
PAC / Black Box

 

 

imagens fechar todos
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão jovem, Cartão jovem municipal, Menores de 30 anos, Estudantes, Cartão Municipal de Idoso e Reformados, Maiores de 65 anos, Pessoa com deficiência e acompanhante, Cartão Quadrilátero Cultural
A exposição “O encontro inesperado do diverso” é a primeira de um ciclo que aborda universos autorais no campo da poesia.

A exposição O encontro inesperado do diverso é a primeira de um ciclo que aborda universos autorais no campo da poesia, cruzando-os com a linguagem própria da arte contemporânea. Tendo como pano de fundo o livro "Lisboaleipzig", obra de charneira no percurso de Maria Gabriela Llansol, convidámos a pintora Ilda David e o fotógrafo Duarte Belo a revisitar visual e materialmente este singular universo que, como poucos, reinventou a língua e a escrita. 


The exhibition “The unexpected encounter with the diverse” is the first in a cycle which takes up the creative universe of authors who write poetry, crisscrossing them with the unique language of contemporary art. Using the seminal book by Maria Gabriela Llansol, Lisboaleipzig, as a back drop, we have invited painter Ilda David and photographer Duarte Belo to visually and materially revisit this singular universe, which reinvented language and writing like no other.
 
informação adicional  |  imagens fechar todos
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Todas as idades
2009 © Design Martino&JañaDesign | Programação Webprodz | Optimizado para resoluções superiores a 1280x800