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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura 10 através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de outubro de 2014.

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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d (sessões das 21h30 e das 17h00)

2,00 EUR (sessões das 15h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Depois da estreia no Festival de Teatro de Almada, o Teatro Oficina apresenta no CCVF a sua mais recente produção, “Círculo de Transformação em Espelho”.
Numa pequena cidade, a abertura de um curso de teatro desperta o interesse de um carpinteiro recentemente divorciado, de uma estudante de liceu, de uma antiga atriz e do próprio marido da professora, que nele se inscrevem, compondo a mais improvável das turmas. Como num divertido filme indie que progressivamente se revela, os participantes realizam os imaginativos (e, por vezes, estranhos) exercícios teatrais pensados pela professora, sem se aperceberem de que, à medida que a sua relação evolui, as atividades letivas aparentemente inconsequentes dão lugar a dramas reais, de que são os protagonistas. “Círculo da Transformação em Espelho”, de Annie Baker, é uma peça com um título complicado para explicar uma coisa simples. Cinco atores num exercício teatral convidam o público a participar e somos todos testemunhas e vítimas de uma transformação comum. Este espetáculo ganhou o Prémio Obie para Melhor Peça de Teatro Americana de 2010, integrando também as listas de referência do The New York Times e da The New Yorker para o mesmo ano.
 
Bilhetes para as sessões das 15h00 (quinta-feira e sexta-feira) disponíveis aqui.
 
SEXTA 03 / APÓS A SESSÃO DA NOITE DO ESPETÁCULO “CÍRCULO DE TRANSFORMAÇÃO EM ESPELHO”
HÁ CONVERSA COM…
MARCOS BARBOSA
 
O Serviço Educativo propõe, desde setembro, conversas regulares no âmbito de várias disciplinas e vertentes da programação. Há conversa com... acontecerá regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Em outubro, há conversa com Marcos Barbosa em torno da mais recente criação do Teatro Oficina, “Círculo de Transformação em Espelho”.
After its première at the Almada Theatre Festival, the Teatro Oficina’s most recent production of “Mirror Circle Transformation” comes to the CCVF.
In a small town, the opening of a theatre class sparks the interest of a recently divorced carpenter, a high school girl, a former actress, and the instructor’s husband, who all sign up, making this one improbable group of people. Like a fun, indie movie where the plot reveals itself over time, the students participate in imaginative (and sometimes strange) theatrical exercises created by the instructor, unaware that as their relationships develop and the apparently inconsequential activities progress, a real drama emerges in which they themselves become the leading players. “Mirror Circle Transformation” by Annie Baker is a play with a complicated title which sets out to explain simple things. Five actors in a theatrical exercise invite the audience to participate, and we all become witnesses to and victims of a shared transformation. This show won the Obie Award for Best New American Play in 2010 and was highly praised by The New York Times and The New Yorker that same year.
 
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Interpretação Alheli Guerrero, André Júlio Teixeira, Diana Sá, Emílio Gomes e Teresa Coimbra Encenação Marcos Barbosa Tradução Manuel Neto Cenografia Ricardo Preto Desenho de luz Pedro Vieira de Carvalho Figurinos Susana Abreu Sonoplastia Pedro Lima Produção executiva Teatro Oficina Maiores de 12
Entrada gratuita*
*Os bilhetes estarão disponíveis a partir das 10h00 do dia do concerto (04 de outubro), no Palácio Vila Flor, no máximo de 2 bilhetes por pessoa.
Neste concerto, a Orquestra da Universidade do Minho será dirigida pelo maestro António Victorino d’Almeida.
No âmbito das comemorações dos seus 40 anos, a Orquestra da Universidade do Minho apresenta na edição 2014 do Festival de Outono a Sinfonia nº 6 “Uminho”, obra de António Victorino d’Almeida escrita para a efeméride e aqui dirigida pelo compositor. Sob a direção musical de Victorino d’Almeida, o programa convida ainda à escuta da Pavane, bem como do Bolero de Ravel, obra emblemática do compositor francês em que um ostinato percorre um contínuo crescendo de intensidade e colorido orquestral.
In this concert, the Minho University Orchestra will be directed by maestro António Victorino d’Almeida.
As part of their 40th anniversary celebrations, the Minho University Orchestra will appear at the 2014 Autumn Festival performing Symphony nº 6 “Uminho,” a work by António Victorino d’Almeida and composed especially for the event and directed by the composer. Under the musical direction of Victorino d’Almeida, the program will also feature the Pavane as well as the Ravel’s Bolero.
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Dir. António Victorino d’Almeida
Programa
Maurice Ravel [1875-1937]
Pavane pour une Infante Défunte
Bolero
[intervalo]
António Victorino d’Almeida [n. 1940]
Sinfonia 6 “UMinho”
I. Allegro Deciso
II. Lento
III. Allegro Molto-Scherzzo
IV. Moderato
Maiores de 6
ENTRADA LIVRE
Em vésperas de completar o terceiro aniversário em Guimarães, o PechaKucha Night continua em grande atividade.
Para o Volume 8, o PechaKucha Night preparou uma dúzia de apresentações poderosas, onde imagem e palavra disputam a atenção do público que sempre esteve lá, do público que aparece pela primeira vez, e do público que o é sem querer (mas que não se vai esquecer). O PechaKucha nasceu em Tóquio no ano de 2003 e, atualmente, está presente em 782 cidades em todo o mundo, incluindo Porto, Coimbra, Tomar, Portalegre, Lisboa, Portimão, Faro e Fundão. A ideia de aliar o poder ilimitado das imagens ao “som da conversa” materializa-se em apresentações de 20 imagens apresentadas durante 20 segundos cada, num total de 6 minutos e 40 segundos de ideias provocadoras e excitantes!
 
On the eve of its third anniversary in Guimarães, PechaKucha Night is going strong
For Volume 8, PechaKucha Night has prepared a dozen of strong performances where images and words vie for the attention of the audience: those who have always shown up, those attending for the first time and those who become the audience without intending to be (but who will enjoy a memorable evening). PechaKucha began in Tokyo in 2003 and is currently present in 782 cities all over the world, including Oporto, Coimbra, Tomar, Portalegre, Lisbon, Portimão, Faro, and Fundão. The idea to link the unlimited power of images with the “sound of conversation” comes to life in the presentation of 20 images shown for 20 seconds each, for a total of 6 minutes and 40 seconds of provocative, exciting ideas!
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Organização OOF – Comunicação, Design e Invenção, A Oficina Devised and shared by Klein Dytham Architecture 
Coordenação Cláudio Rodrigues, Ana Bragança Design Cláudio Rodrigues (OOF/DESIGN) Imagem do evento © Marta Madureira Fotografia Ivo Rainha (P’ro Mercado) Vídeo Filipe Leite, Pedro Alves (Making of) 
Todas as idades
2,00 EUR
Venham todos! Pais e filhos! Avós e netos! Padrinhos e afilhados! (Só não podem vir o gato e o peixinho...)
Venham todos descobrir exposições com obras de artistas, objetos novos e antigos daqui e de outros lugares. Ouvir ou ver dançar um conto misterioso. Explorar diferentes materiais e fazer nascer algo novo. Revelar quem somos nas linhas de um desenho. Em outubro, em Família, vamos embarcar numa viagem pelo avesso e visitar as sombras desta exposição. Levamos os olhos bem atentos e umas lanternas para ajudar e vamos pôr a nossa sombra a brincar com a luz!

VISITAS/OFICINAS/CONTOS
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Público-alvo Maiores de 4
Horário 16h00
Duração 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Atividade sujeita a marcação prévia com 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
Come one, come all! Parents and children! Grandparents and grandchildren! Godparents, cousins and everyone! (Your pets should come some other time!)
We invite everyone to discover exhibitions of artists’ work, objects that are both new and old, from here and from afar. Listen to a mysterious story, or see it danced out. Explore working with different materials and create something new and from scratch. Reveal who you are in the lines of a drawing you make. In October, all together with the family, we will embark on an unusual journey and visit the shadowy bits of the exhibition. Eyes wide open and torches lit to help as we play with shadows and light!
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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Sequin é o projeto a solo de Ana Miró, cuja voz reconhecemos pela sua colaboração com Óscar Silva em Jibóia.

O projeto nasceu no início de 2013, dando-se a conhecer em maio, com o lançamento do single de estreia, “Beijing”, que inundou as rádios nacionais. As suas músicas carregam uma espécie de orientalidade electro pop, embalada pela voz doce e envolvente, pelos ritmos quentes e pelas ambiências antagónicas que a artista vai criando, num misto de festa e nostalgia. Tendo passado por vários palcos em todo o país, destaca-se a sua presença em festivais como Milhões de Festa, Vodafone Mexefest e Futuroscope em Itália.  O seu álbum de estreia, “Penelope”, produzido por Moullinex, editado em abril deste ano, tem recebido as melhores críticas por parte do público e da crítica especializada.

Sequin is a solo project by Ana Miró, whose voice we will recognize from her collaboration with Óscar Silva in Jibóia.
Begun in early 2013, Sequin reached audiences only in May with the release of the premiere of the single “Beijing” which flooded Portuguese radio stations. Ana Miró’s music is infused with a type of electro-pop oriental feeling, carried by the singer’s sweet and engaging voice, the warm rhythms and the opposing atmospheres that the artist creates in a blending of festiveness and nostalgia. Having appeared on stages all over the world, of note are her performances at festivals such as Milhões de Festa, Vodafone Mexefest, and Futuroscope in Italy. Her first album, “Penelope,” released in April of this year, has been receiving top praised from both audiences and specialized media.
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Ana Miró voz
Filipe Paes teclados
Tiago Martins baixo
Maiores de 12
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10,00 EUR
A Asas de Palco - Escola de Artes Performativas apresenta este ano um novo espetáculo onde reúne alunos, ex-alunos que estudam em escolas superiores artísticas nacionais e internacionais, e profissionais que também no seu percurso académico passaram pela Asas de Palco.
Com sete anos de existência, este é um projeto que ao longo do ano letivo desenvolve programas institucionais e internacionais, assim como internos, pensando sempre no melhor desenvolvimento técnico-artístico de cada aluno. O palco é o objetivo principal de quem estuda Artes Performativas. Como tal, este ano e pela quinta vez (como escola), subimos ao palco do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor para brindar com o nosso público e amigos mais uma árdua e trabalhosa aventura de transformar pequenos sonhos em grandes realidades.
Asas de Palco – School for the Performing Arts this year is presenting a new show which will bring together current students, former students now attending performing arts courses both in Portugal and abroad, and professional actors who attended Asas de Palco in the past.
In existence for 7 years, this is a project which throughout the school year puts together institutional programs both internationally and locally which focus on the best technical and artistic development of each student. Stagecraft is the main goal of these students of the performing arts. Thus, this year (and for the fifth time as a school) Asas de Palco takes to the stage of the Grand Auditorium of the Vila Flor Cultural Centre to present its audience and friends with yet another arduous and exhaustive piece which transforms small dreams into great reality.
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Direção artística e coreográfica Joana Antunes e Vânia Soares Barbosa Dramaturgia Joana Antunes e Vânia Soares Barbosa Texto e Encenação Joana Antunes Assistência à Direção e Produção Mariana Silva Voz e Coro Sofia Ribeiro Texto do Solo Cabelos de Fogo João Cardona Solistas Joana Antunes, Sofia Ribeiro, Rodrigo Teixeira e João Abreu Coreografia do Solo do Homem da Camisa João Abreu Coreografia do Solo do Homem da Água Francisca Araújo Coreografia do Dueto do casamento Rodrigo Teixeira e Sofia Ribeiro Desenho de luz Luís Bastos Conceção Cenográfica Joana Antunes e Vânia Soares Barbosa Conceção de Figurinos Joana Antunes e Vânia Soares Barbosa Conceção de Adereços Cristina Correia, Joana Antunes, Joaquim Cerqueira e Vânia Soares Barbosa Seleção Musical Joana Antunes e Vânia Soares Barbosa Fotografia José Caldeira Interpretação Alunos de ASAS DE PALCO, Escola de Artes Performativas Produção Asas de Palco Assistência à produção Inês Lemos Execução de Figurinos Emília Pontes, Graça Sousa e IDS Execução de Adereços Cristina Correia e Joaquim Cerqueira Apoio à Produção Aldina Magalhães, Ana Isabel Jordão, Catarina Martins, Catarina Pereira, Catarina Moura, Cláudia Martins, Cláudio Lopes, Cristina Correia, Denise Brosseron, Elisa Castro, Filipa Faria, Francis Brosseron, Francisca Moura, Francisca Ferreira, Inês Lemos, Inês Ribeiro, Inês Sousa, Inês Xavier, Isabel Roque, Joana Oliveira, João Araújo, Maria Lemos, Marta Magalhães, Paulo Fernandes, Raquel Ribeiro, Sofia Batista
Agradecimentos a todos os Pais e Alunos pela sua incansável dedicação, sem a qual este espectáculo não seria possível, a Aldina Magalhães, Carlos Antunes, Cláudio Lopes, Cristina Correia, Denise Brosseron, Francis Brosseron, Francisca Ferreira, Isabel Roque, Joana Nogueira, José Dinis Nogueira, Lise Brosseron, Miguel Nogueira, Mariana Silva, Sofia Ribeiro, Raquel Ribeiro
Maiores de 3
5,00 EUR
O Design é um instrumento social por excelência. Uma das suas missões é ter um papel relevante na resposta às necessidades dos cidadãos. Diferentes contextos implicam diferentes respostas pelos Designers. De que forma podem as situações de crise ser estimulantes para a criatividade? As dificuldades transformam-se em desafios e levam-nos a soluções surpreendentes.
Esta oficina desafia-nos a conceber objetos multifunção, que atrás de uma função corrente escondem uma função subversiva. Passar-se-á por quase todas as fases da metodologia do Design: analisar um contexto, perceber as necessidades em sentido lato e a natureza específica de determinado grupo, pensar soluções, esquissar, discutir, defender ideias, projetar, fabricar, experimentar.
 
Local Escola Secundária Francisco de Holanda
Horário das 11h00 às 14h00 e das 15h00 às 18h00
Duração 12 horas (2 sessões de 6 horas)
Lotação 15 pessoas
Preço 5,00 eur
Data limite de inscrição 03 de outubro

As inscrições podem ser efetuadas no CCVF, na PAC ou neste site através do preenchimento do formulário de inscrição disponível online.
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Para a apresentação do espetáculo “Cyrano de Bergerac”, que terá lugar no Grande Auditório do CCVF no dia 24 de outubro, é essencial a participação de uma figuração especial constituída por pessoas que, sendo ou não atores, com mais, menos ou nenhuma experiência em palco, tenham em comum o amor ao teatro.
Para tal, será realizado um workshop dirigido à população, entre os 18 e os 60 anos, dirigido por Bruno Bravo (encenador do espetáculo) e Sérgio Delgado (músico). O trabalho a desenvolver com os participantes tem como objetivo claro a integração dos participantes no espetáculo e, por conseguinte, no universo de "Cyrano de Bergerac" e nos aspetos relacionados com possibilidades de interpretação (sobretudo coletiva) de voz e movimento.

Horários
15 outubro, quarta-feira – das 20h00 às 23h00 
16 outubro, quinta-feira – das 20h00 às 23h00 
17 outubro, sexta-feira – das 20h00 às 23h00 
18 outubro, sábado – das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 18h00 
19 outubro, domingo – das 14h30 às 18h00 
20 outubro, segunda-feira – das 20h00 às 23h30 
21 outubro, terça-feira – 20h00 às 23h30 
22 outubro, quarta-feira – 20h00 às 23h30 
23 outubro, quinta-feira – 20h00 às 23h30 
Público-alvo dos 18 aos 60 anos
Nº de participantes 25 a 30
Data limite de inscrição 10 de outubro
Participação gratuita
 
As inscrições deverão ser efetuadas através do preenchimento do formulário online aqui disponível.

For the performance of “Cyrano de Bergerac”, a special group of extra actors will be needed – participants need not be professional actors or have any experience on stage – all that’s needed is a common love for the theatre. To get the players ready, a workshop will be held for adults 18 to 60 years of age and led by the show’s director Bruno Bravo and musician Sérgio Delgado. Before appearing on stage, participants will be trained in voice and movement and will also learn about the world of Cyrano de Bergerac and other aspects related to acting (especially acting in groups).

 
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3,00 EUR
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Nesta visita ao Café Concerto do CCVF, o duo francês Artl faz-se acompanhar do multinstrumentista Thomas Bonvalet.
Depois do lançamento dos dois primeiros álbuns, a dupla Artl, composta por Eloïse Decazes e Sing Sing, decidiu convidar o multinstrumentista Thomas Bonvalet para a edição do terceiro disco. Este projeto, que une os três músicos, é marcado por uma sonoridade peculiar, onde respiram várias influências que misturam um rock naïf com rituais xamânicos, bem ao gosto das referências da banda como The Kinks ou Velvet Underground. A música de Arlt & Thomas Bonvalet sugere um paradoxo refinado ao dar um novo fôlego à indústria musical francesa, através de uma poética ímpar que se funde com sonoridades experimentais. 
 
In this visit to the CCVF Café Concerto, the French duo Arlt is accompanied by the multi-instrument musician, Thomas Bonvalet.
After releasing their first two albums, the musical pairing named Arlt, made up of Eloïse Decazes and Sing Sing, have decided to invite the multi-instrument musician Thomas Bonvalet for their third album. This three person collaboration is marked by a unique sound which incorporates various influences that blend young rock with shamanistic rituals, very much in the style of bands such as The Kinks or The Velvet Underground. The music of Arlt & Thomas Bonvalet suggests a refined paradox by breathing new life into the French music industry through its matchless poetics founded on experimental sounds.
 
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Eloïse Decazes voz
Sing Sing voz e guitarra
Thomas Bonvalet guitarra
Maiores de 12
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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“Hierarquia das Nuvens” é a mais recente criação de Rui Horta.
“Hierarquia das Nuvens” reflete um espaço habitado, negociado por sete corpos, visto não apenas como território, mas sobretudo como um lugar imaginário, que os atrai, quebrando fronteiras e limites. Um espaço que, segundo Rui Horta, só faz sentido se for habitado por esses corpos e escarificado pelo seu movimento. Uma gestualidade que abre a porta de um espaço transformado em lugar pela linguagem coreográfica. Uma pergunta paira sobre a obra: porque queremos estar sempre noutro lugar? A que hierarquia obedecemos nos momentos de escolher? E no entanto a resposta, apesar de minuciosa como uma partitura, escapa à narrativa e é habitada por uma poética que transcende a compreensão: o território mais puro da dança. 
 
APÓS O ESPETÁCULO “HIERARQUIA DAS NUVENS”
HÁ CONVERSA COM…
RUI HORTA
 
O Serviço Educativo propõe, desde setembro, conversas regulares no âmbito de várias disciplinas e vertentes da programação. Há conversa com... acontecerá regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Na segunda conversa deste mês, Rui Horta conversará com o público sobre a sua mais recente criação, “Hierarquia das Nuvens”.
“The Hierarchy of Clouds” is the most recent creation from Rui Horta.
“Hierarquia das Nuvens” (“The Hierarchy of Clouds”) is a reflection on the inhabited space where seven figures come into play, not just as occupying a space as a territory but rather as the place for the imagination which attracts the bodies and tears downs borders and limits. This is a space which, according to Rui Horta, can only make sense if inhabited by these bodies and scarred by their movements. Gestuality opens the door to a space that is transformed into a place for choreographic language. A question hangs over the work: why do we always want to be in another place? What hierarchy do we obey at those moments when we choose? The answer, however, although exact like a finished musical work, escapes the narrative and is inhabited by the poetics which transcend understanding: the purest landscape of dance.
 
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Direção, desenho de luzes, espaço cénico Rui Horta Coreografia (em colaboração com os intérpretes) Rui Horta Coordenação musical  Rui Lima e Sérgio Martins Música original Miguel Lucas Mendes, Rui Lima e Sérgio Martins, Tiago Cerqueira Intérpretes Filipa Peraltinha, André Cabral, Teresa Alves da Silva, Luís Marrafa, Silvia Rjymer, Phil Sanger, Silvia Bertoncelli Produção Sira Camacho Direção técnica Tiago Coelho Difusão Magda Bizarro e Rita Mendes Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Hellerau / Dresden, Culturgest, O Espaço do Tempo
Maiores de 12
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3,50 EUR

Entrada gratuita para sócios do Cineclube de Guimarães
“Portugal merece ter um filme sobre ‘Os Maias’”. Assim justificou João Botelho a vontade que sentiu para rodar este filme, com um texto que afirma ser o sonho de qualquer realizador.
Um retrato do nosso país que continua atual, volvidos quase 150 anos sobre a sua edição. Este filme, uma coprodução entre Portugal e Brasil, cujo texto é todo de Eça de Queirós, tem a particularidade de ter cenários produzidos a partir de pinturas do artista João Queirós. “Os Maias” é exibido no dia 19 de outubro, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, no âmbito do ciclo de cinema “KinoAtlas”, organizado pela Oficina e pelo Cineclube de Guimarães em torno da exposição de João Botelho, patente no CIAJG até ao dia 12 de outubro. Na ocasião será ainda apresentado o catálogo da exposição.
“Portugal deserves to have a film of ‘The Maias’ ”. This is how João Botelho spoke of his desire to make the film, going on to comment that such would be the dream of any film director.
This is a portrait of our country which is still quite modern despite the 150 years which have passed since the publication of the novel. This film, a Portuguese-Brazilian co-production whose text is pure Eça de Queirós, is special in that its scenes are enormous canvases painted by the artist João Queirós. The film will be shown at the Vila Flor Cultural Centre on October 19th. The showing of the film “The Maias” is part of the “KinoAtlas” film cycle, organized by Oficina and by the Guimarães CineClube within the context of the João Botelho exhibition currently running at the CIAJG until October 12th. The presentation of the catalogue of the exhibition will happen at the same occasion.
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Todas as idades
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A maravilhosa história de amor, a relação entre a poesia e o teatro, o drama e a comédia, indissociáveis como Cyrano e o seu nariz, tornam esta peça imediatamente popular.
Cyrano não partilha dos ambientes psicológicos, simbolistas e realistas de Hedda Gabler, Menina Júlia ou de Ivanov, seus contemporâneos. Nem habita as ruas sombrias, românticas ou góticas que iluminaram o século de Edmond Rostand. Mas Cyrano tem um dos narizes mais famosos do mundo que, tal como o do Major Kovaliov (“O Nariz de Gogol”), ultrapassa largamente a dimensão meramente física. A protuberância grotesca que vive no meio da sua cara é o embaraço do seu amor por Roxanne. Será por meio das palavras que empresta a Cristian, o jovem e belo cadete por quem Roxanne se apaixona, que Cyrano declarará, em alexandrinos, a mais bela, trágica e intemporal declaração de amor. 
 
A marvelous story of love and the intertwining of poetry and theatre and drama and comedy, forever associated with the character of Cyrano and his prominent nose, are what make this play a crowd-pleaser from the start.
Cyrano doesn’t share much with the psychological, symbolic and realistic worlds of the likes of his contemporaries, Hedda Gabler, Miss Julia or Ivanov. Neither does he inhabit the dark, romantic or gothic streets that illuminated the century of the author Edmond Rostand. Nevertheless, Cyrano has one of the world’s most famous noses (as does Major Kovaliov, in “The Nose” by Gogol) and its significance goes very much beyond its mere physical size. The outlandish protuberance occupying the center of his face mocks his love for Roxanne, and it is through the words he gives to Cristian, the young, handsome cadet whom Roxanne loves, that Cyrano will be able to attest, in poetry, to the most beautiful, tragic and timeless declaration of love.
 
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Texto Edmond Rostand Tradução João Paulo Esteves da Silva Encenação Bruno Bravo Assistência de Encenação Inês Pereira Música Sérgio Delgado Cenário e Figurinos Stéphane Alberto Desenho de Luz André Calado Apoio ao Movimento Carlos Pereira Caracterização Jorge Bragada para Face Off Apoio ao Francês Nazaré Silva Operação Técnica Roger Madureira Construçao de Cenário David Paredes Assistente de Figurinos Sandra Ferreira Fotografias e Vídeos Promocionais Eduardo Breda Direção de Produção Paula Fernandes Coprodução Primeiros Sintomas / Teatro Maria Matos Elenco António Mortágua, Carolina Salles, Eduardo Breda, José Leite, Miguel Sopas, Paulo Pinto, Ricardo Neves-Neves, Sofia Vitória Elenco Adicional 30 participantes da comunidade local Maiores de 12

 

 
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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Projeto a solo de José Alberto Gomes, Blac Koyote nasceu da vontade de explorar novas sonoridades eletrónicas em nome próprio.
Blac Koyote vem ao Café Concerto do CCVF mostrar, através da música, a urgência de construir um espaço só seu, batida sobre batida, camada sobre camada, melodia sobre melodia, experiência em cima de experiência, num lugar onde confluem todas as eletrónicas que povoam o seu imaginário construído no confronto com influências várias. O artista, que já tinha lançado o primeiro longa duração homónimo em 2011, colaborou pontualmente em outros projetos como Sensible Soccers e la la la Ressonance e também em bandas sonoras para cinema e teatro. No passado mês de maio, Blac Koyote editou um novo trabalho, “Quiet Ensemble”, com edição limitada em vinil, através da PAD/Easy Pieces. Fruto de praticamente dois anos de ponderações e escolhas, “Quiet Ensemble” revela-se um disco mais coeso, introspetivo e minimalista.
 
A solo show by José Alberto Gomes, Blac Koyote stemmed from his desire to explore new electronic sounds on his own.
Blac Koyote comes to the CCVF Café Concerto to show through music the urgency which exists to build something that is yours and yours alone, beat upon beat, layer upon layer, melody upon melody, and experience upon experience, in a place where all things electronic that inhabit the imagination and are built out of the confrontation of various influences will converge. The artist, who in 2011 produced his first LP, a namesake, has collaborated with other musician, such as Sensible Soccers and la la la Ressonance, as well as on scores for films and plays. Last May, Blac Koyote released “Quiet Ensemble” in limited edition vinyl with PAD/Easy Pieces. The fruit of practically two years of pondering and selecting, “Quiet Ensemble” is a more cohesive, introspective and minimalistic album. 
 
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José Alberto Gomes eletrónica
André Covas eletrónica
Jorge Queijo bateria
Mariana Gomes vídeo
Maiores de 12
 
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2,00 EUR
O que é uma coisa é: um percurso sensorial pelo teatro, onde o público é convidado a entrar e a participar na criação e expansão dos espaços cénicos.
Um itinerário feito de fora para dentro e a partir das escolhas e sensibilidades de cada pequeno espectador, seguindo um percurso cenográfico que evolui através de materiais e lugares concretos, desde a chegada ao teatro até ao lugar da cena. Numa paisagem sonora gerada por um contrabaixo e pelo misterioso som das coisas, uma atriz e um músico acendem desejos e desenham ritmos, através dos seus corpos e vozes. 
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Horário 24 outubro | 10h00 e 15h00 e 25 outubro | 11h00 e 16h00
Público-alvo dos 2 aos 4 anos
Duração 45 min.
What a thing is is: a sensory path through the theatre where the audience is invited to enter and participate in the creation and the expansion of the scenic spaces.
The itinerary has been drawn up like this: you start from abroad and being away and then you return home. The show takes up the choices and sensibilities of each audience member, following a scene-based path that evolves via materials and concrete places, from one’s very arrival at the theatre to the scene itself. In a sound landscape made by a bass and the mysterious sounds of things making noise, an actress and a musician will spark desires and design rhythms through their bodies and voices.
fechar todos
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão jovem, Cartão jovem municipal, Menores de 30 anos, Estudantes, Cartão Municipal de Idoso e Reformados, Maiores de 65 anos, Pessoa com deficiência e acompanhante, Cartão Quadrilátero Cultural
João Botelho (Lamego, 1949) é um dos cineastas portugueses mais destacados.

João Botelho estudou Cinema no Conservatório Nacional e Engenharia Mecânica na Universidade de Coimbra. Foi cineclubista, no Porto e em Coimbra, onde dirigiu o CITAC. Foi crítico de cinema na Gazeta da Semana e na revista M, de que foi fundador. Iniciou a sua atividade como realizador em 1976. O cinema de João Botelho estabelece múltiplas e profundas relações com o imaginário da arte, desde a pré-história à contemporaneidade, detendo-se sobre a pintura dos séculos XVI e XVII. A exposição que lhe será dedicada procura detetar e dar a ver essas relações, mais ou menos evidentes, obscuras e luminosas, a um tempo.

 
João Botelho (b. 1949 in Lamego) is one of the most prominent Portuguese film-makers.
He studied cinema and film-making at the National Conservatory, and Mechanical Engineering at the University of Coimbra. He was member of the Ciné-Clubs in Oporto and Coimbra, where he was director of CITAC. He has been film critic for the Gazeta da Semana and the magazine M, of which he was founder. João Botelho began film-making in 1976, and his work establishes multiple and deep relationships with the imaginary and with art, from pre-historic to contemporary themes, with special affinity for 16th and 17th century painting. The exhibition dedicated to him here seeks to identify and depict relationships, more or less evident, obscure and luminous of a time.
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão jovem, Cartão jovem municipal, Menores de 30 anos, Estudantes, Cartão Municipal de Idoso e Reformados, Maiores de 65 anos, Pessoa com deficiência e acompanhante, Cartão Quadrilátero Cultural
A exposição “O encontro inesperado do diverso” é a primeira de um ciclo que aborda universos autorais no campo da poesia, cruzando-os com a linguagem própria da arte contemporânea.
A exposição O encontro inesperado do diverso é a primeira de um ciclo que aborda universos autorais no campo da poesia, cruzando-os com a linguagem própria da arte contemporânea. Tendo como pano de fundo o livro "Lisboaleipzig", obra de charneira no percurso de Maria Gabriela Llansol, convidámos a pintora Ilda David e o fotógrafo Duarte Belo a revisitar visual e materialmente este singular universo que, como poucos, reinventou a língua e a escrita.

APRESENTAÇÃO DO CATÁLOGO "MARIA GABRIELA LLANSOL / ENCONTRO INESPERADO COM O DIVERSO"
Sábado, 11 de outubro, 17h30, Sala de Conferências do CIAJG (entrada livre)
Em torno da apresentação do catálogo da exposição “Maria Gabriela Llansol / O encontro inesperado do diverso” promovemos uma conversa com os artistas Ilda David e Duarte Belo, o editor Manuel Rosa, os responsáveis pela Casa Llansol, João Barrento e Maria Etelvina Santos, e Nuno Faria, diretor artístico do CIAJG.
The exhibition “The unexpected encounter with the diverse” is the first in a cycle which takes up the creative universe of authors who write poetry, crisscrossing them with the unique language of contemporary art.
Using the seminal book by Maria Gabriela Llansol, Lisboaleipzig, as a back drop, we have invited painter Ilda David and photographer Duarte Belo to visually and materially revisit this singular universe, which reinvented language and writing like no other.

LAUNCH OF THE CATALOG “MARIA GABRIELA LLANSOL / ENCONTRO INESPERADO COM O DIVERSO"
Saturday, October 11, 05:30 p.m., Conference Room of CIAJG (free admission)
For the presentation of the catalogue of the exhibition “Maria Gabriela Llansol / O encontro inesperado do diverso” (“The unexpected encounter with the diverse”) we are hosting a conversation with the artists Ilda David and Duarte Belo, editor Manuel Rosa, administrators of the Casa Llansol, João Barrento and Maria Etelvina Santos, and Nuno Faria, artistic director of CIAJG.
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão jovem, Cartão jovem municipal, Menores de 30 anos, Estudantes, Cartão Municipal de Idoso e Reformados, Maiores de 65 anos, Pessoa com deficiência e acompanhante, Cartão Quadrilátero Cultural
O CIAJG reúne peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos.
Ao longo de um percurso pelas oito salas que constituem o piso 1 do edifício, os visitantes poderão rever alguns dos ex-libris das coleções, mas também descobrir novas peças que integram as constelações de objetos e imagens organizadas a partir de tipologias como: arcaico/contemporâneo; acontecimento/história; estranho/ familiar; erudito/popular; material/imaterial.
 
Arte Tribal Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães, Objetos do Património Arqueológico, Popular e Religioso, Obras de Artistas Contemporâneos: Vasco Araújo, Franklin Vilas Boas, João Botelho, Otelo Fabião, Jarosław Flicinski, José de Guimarães, f.marquespenteado, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa.

CIAJG - José de Guimarães International Arts Centre brings together pieces from different times, places and contexts in connection with work by contemporary artists. Throughout the eight rooms that shape the building’s first floor, visitors can, in this new cycle of exhibits, revisit some of the collections’ showpieces, and, at the same time, find new pieces which are part of constellations of objects and pictures organised using taxonomies such as: archaic/contemporary; event/history; unfamiliar/familiar; erudite/popular; material/immaterial.

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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Todas as idades
ENTRADA LIVRE
No dia 25 de outubro inaugura-se um novo ciclo expositivo no Palácio Vila Flor e no Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
O programa tem início às 18h00, no Palácio Vila Flor, onde será inaugurada a exposição “Rien”, de André Cepeda. Às 22h00, é a vez do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) inaugurar o 4º ciclo expositivo de 2014 com as exposições "Parque: os cones e outros lugares", de Ricardo Jacinto, e "Escola do Porto: Lado B | Uma história oral (1968-1978)". Na noite de inauguração será igualmente lançado o catálogo desta exposição. O ambiente desta noite promete terminar em celebração. No dia seguinte, não perca a oportunidade de visitar as exposições com maior contemplação, pois a entrada no Palácio Vila Flor e no CIAJG será livre durante todo o dia de domingo.
On October 25th, a new cycle of exhibitions at the Palácio Vila Flor and at the José de Guimarães International Center for the Arts is slated to begin.
The evening’s program is set to begin at 6pm at the Palácio Vila Flor with the inaugural ceremony of the exhibition “Rien” by André Cepeda. Then at 10pm, all eyes turn to the José de Guimarães International Center for the Arts (CIAJG) for the inauguration of the 4th exhibition cycle of 2014 with "Parque: os cones e outros lugares", by Ricardo Jacinto, and "Escola do Porto: Lado B | Uma história oral (1968-1978)". The celebratory evening will also see the presentation of a catalog of the exhibition. The evening promises to end in true festive style. On the following day, don’t miss out on your chance to visit the exhibitions more closely as admission to both the Palácio Vila Flor and the José de Guimarães International Center for the Arts is free of charge all Sunday long.
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Todas as idades 

2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Esta exposição resume a argumentação valorativa de um ideal de verdade, cuja crítica política e social implícita se manifesta através do talento do artista.
Em “Rien”, a nudez e a crueldade latente em muitos pormenores registados tornam-se mais percetíveis e intensas a cada olhar, propondo a interiorização do sofrimento, da dor, da solidão, da decadência, do abandono, da segregação, como motor de busca de uma nova realidade não corrompida, nem injusta. O preto e branco das fotografias devolve à imagem a sua essência primordial. A acumulação seletiva exercida pela atenção do sujeito, pelo seu olhar, transforma cada fotografia num exemplar único e insubstituível, que permite compreender a diferença entre realidade e encenação do real. Entre o facto captado e o observador, a visão de André Cepeda imprime uma eminente dimensão sociopolítica, materializada num sincero e introspetivo ato de contestação.
 
Horário da Exposição
terça a sábado, 09h30-13h00 | 14h30-19h00
domingos e feriados,14h00-19h00
 
VISITAS ORIENTADAS
Horário terça a sábado, das 10h00 às 19h00 
Público-alvo Maiores de 4 anos
Duração 60 a 90 min.
Lotação mín.10 pessoas, máx.20 pessoas
Preço 2,00 eur
As visitas orientadas estão sujeitas a marcação através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt.
This exhibition summarizes the evaluative argumentation of an ideal of truth, whose implicit political and social criticism is manifested through the artist´s talent.
The latent sense of nudity and cruelty found in many recorded details become more perceptible and intense before each gaze, proposing internalization of suffering, pain, loneliness, decay, abandonment, segregation, as a driving force to find a new reality that is neither corrupt nor unjust. The photographs black and white tonalities return the image to its primal essence. The selective accumulation exerted by the subject´s attention, his gaze, transforms each photograph into a unique and irreplaceable specimen, which makes it possible to understand the difference between reality and artificially staged events. Between the recorded fact and the observer, André Cepeda´s vision imprints an eminently socio-political dimension, materialized via a sincere and introspective act of contestation.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A presente exposição revisita “Parque”, o mais amplo e complexo projeto de Ricardo Jacinto (Lisboa, 1975) realizado até à data, e investe o território inexplorado que ficou desenhado quando o extenso coletivo de artistas e músicos que se reuniu em torno do autor se desmembrou.
Constituindo-se seguramente como uma das mais fascinantes obras produzidas no contexto da arte contemporânea portuguesa na última década, “Parque” define-se como um espaço de criação coletiva e comunitária e desenvolveu-se praticamente sem interrupções entre 2001 e 2007, articulando um conjunto de três peças performativas principais com um conjunto de apresentações mais informais que documentavam as fontes, os materiais e os conceitos que consubstanciaram o projeto. Ricardo Jacinto cruza no seu trabalho escultura, arquitetura e música para criar peças em que o espectador é convocado para experiências percetivas intensas e, por vezes, inusitadas. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
The present exhibition revisits “Parque”, the broadest and most complex project by Ricardo Jacinto (Lisbon, 1975) to date and invests in the uncharted territory that emerged when the wide-ranging collective of artists and musicians which associated with the artist disbanded.
Certainly one of the most fascinating works produced in the context of contemporary Portuguese art from the previous decade, “Parque” defines itself as a space for collective and community-based artistic creation, and it operated practically without interruption between 2001 and 2007, producing a set of three main performance plays with a group of more informal presentations which documented the sources, the materials, and the concepts underlying the project. Ricardo Jacinto intertwines sculpture, architecture, and music in his work to create pieces in which the viewer is drawn in by intense and sometimes unexpected experiences of perception.
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Curadoria Nuno Faria 
Todas as idades
4,00 eur / 3,00 eur c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A “Escola do Porto” tem uma história oficial que começa em Carlos Ramos, é estruturada por Fernando Távora e internacionalizada primeiro por Álvaro Siza e depois por Eduardo Souto de Moura.
Na sombra desta “Escola do Porto” existe um “Lado B”, um lado outro, de estórias que escaparam às teses e aos livros. São estórias esquecidas, estórias secundárias, algumas inconsequentes outras rasuradas, estórias que tentámos pensar com um conjunto de entrevistas nem sempre concordantes entre si e que, no seu desacordo, evidenciam uma realidade mais complexa, com posições mais marginais. Desacordos que põem em causa a linearidade da história oficial e a imagem homogeneizadora da ideia de “Escola do Porto”. Estas estórias oscilam entre dois polos: entre a utopia social e política fortemente influenciada pelo Maio de 68; e a utopia formal e disciplinar que caracterizou o pensamento radical na década de 70. A narrativa proposta centra-se na geração que iniciou os estudos na ESBAP em 1970, e que opôs marxistas, leninistas, ou maoistas a trotskistas, situacionistas ou anarquistas.  
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
 
TERÇA 28 OUTUBRO / 18H30
HÁ CONVERSA COM…
PEDRO BANDEIRA & JOAQUIM MORENO
 
O Serviço Educativo propõe, desde setembro, conversas regulares no âmbito de várias disciplinas e vertentes da programação. Há conversa com... acontecerá regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Em outubro, há conversa no CIAJG com Pedro Bandeira e Joaquim Moreno, em torno da exposição "Escola do Porto: Lado B | Uma história oral (1968-1978)".
The history of the “Oporto School,” which begins with Carlos Ramos, is framed by Fernando Távora and then given international exposure by the award-winning Álvaro Siza and later, Eduardo Souto de Moura.
Within the shadow of the “Oporto School” there is a “B side,” the less visible side, of those stories which don’t end up in the academic theses, papers and books. These are forgotten stories, secondary stories, some of no consequence, others white-washed, stories that we have tried to recover with a series of interviews which do not always mesh with each other, and for that reason, they end up showing a more complex reality with jockeying along the sidelines which allow us to question the linearity of the “official story” and the homogenized image that the concept of the “Oporto School” favors. The present exhibition balances between the two extremes: the social and political utopia greatly influenced by the events of May 1968 and the formal and disciplinary utopia which characterized the radical thinking of the 1970s. In a non-linear way, the proposed narrative is centered on the generation which began its studies at ESBAP in 1970 and which opposed Marxist, Leninist or Maoists to Trotskyites, situationists or anarchists. 
 
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Curadoria Pedro Bandeira
Todas as idades
COMPRAR BILHETES
3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Águas Livres” é o mais recente álbum de Pedro Lucas, onde se apresenta em nome próprio, um trabalho produzido por Walter Benjamin entre Londres e Alvito.
Neste projeto encontra-se uma ligação clara à herança da canção de língua portuguesa, tratada com um certo vagar brasileiro, narrativo por vezes, e com um espírito clássico: dos arranjos, do álbum completo, da balada sincera e das histórias de amor. O artista colaborou também, ao vivo e em estúdio, com os Salto e com Manuel Fúria. Pedro Lucas já tocou em diversas salas e festivais como no Centro Cultural de Belém, Optimus Alive, Meo Sudoeste, Rock in Rio, entre outros. É chegada a vez de Guimarães ouvir na acolhedora sala do Café Concerto do CCVF a voz melosa de Pedro Lucas.
With “Águas Livres” Pedro Lucas himself presents his most recent album, produced by Walter Benjamin between London and Alvito.
This project shows the clear bond between the legacy of songs sung in Portuguese, handled with a certain Brazilian-style meandering, narrative at times, and a classical spirit: in the arrangements, the complete album, the sincere ballads and the love stories. Pedro Lucas collaborated both live and in the studio with the group Salto and with Manuel Fúria. He has also played on a variety of stages and at festivals such as the Belém Cultural Centre, Optimus Alive, MEO Sudoeste, and Rock in Rio, among others. Now it’s Guimarães’ turn to enjoy Pedro’s mellow voice at the cozy CCVF Café Concerto.
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Pedro Lucas voz, guitarra acústica, guitarra elétrica
Luís Nunes teclados, guitarra elétrica
Nuno Lucas baixo
António Vasconcelos Dias bateria
Maiores de 12
O Centro Cultural Vila Flor volta a acolher a Festa do Cinema Francês que conta a sua 15ª edição.
A iniciativa, que decorre em 18 cidades do país, volta a marcar presença em Guimarães. Esta mostra de cinema dá a conhecer a riqueza cinematográfica francesa através de uma seleção cuidada que conta com antestreias e com uma homenagem ao escritor e realizador Marcel Pagnol (1895-1974) e ao cineasta Alain Resnais, falecido em março passado.
The Vila Flor Cultural Centre is happy to once again host the French Cinema Festival, for its 15th edition.
The event, which will take place in 18 cities across Portugal, will once again include Guimarães. The film festival allows people to get to know the richness of French filmmaking through a carefully chosen selection of works with pre-show events and this year with honors being paid to writer and director Marcel Pagnol (1895-1974) and cineaste Alain Renais, who died this past March.
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Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio - Associação Cultural

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este ano, o Guimarães Jazz volta a surpreender com cartaz de excelência. A edição de 2014 do festival irá decorrer de 06 a 15 de novembro. Os bilhetes já se encontram à venda.
David Murray, James Carter, Adrián Oropeza, Theo Bleckmann, Reut Regev, Uri Caine, Lee Konitz, Trondheim Jazz Orchestra com Eirik Hegdal e Joshua Redman são apenas alguns dos nomes que compõem a edição de 2014 do Guimarães Jazz que este ano se realiza de 06 a 15 de novembro.
 
O Guimarães Jazz completa em 2014 a 23ª etapa de uma longa história de divulgação do jazz ao público português, confirmando-o como um caso raro de longevidade, persistência e capacidade de implantação na muitas vezes instável e precária paisagem cultural nacional, e afirmando-o simultaneamente como um evento no qual se conseguem construir pontes temporais, estéticas e geográficas. Numa época em que as palavras “inovação” e “mudança” parecem ter-se instalado em definitivo no léxico do discurso contemporâneo, o Guimarães Jazz surge como um pólo agregador de estabilidade, respeito pela história e tradição da música e convicção nos valores que nos guiaram desde o início deste trajeto. O festival é também um lugar de celebração da liberdade e que assume o risco de enfrentar a multiplicidade de caminhos e possibilidades que marcam a arte do presente.
 
O programa do Guimarães Jazz 2014 é o reflexo de uma identidade alicerçada e consolidada no compromisso entre tradição e vanguarda, rutura e citação. O equilíbrio do alinhamento dificulta a escolha dos elementos em destaque, pelo que é a força e a coerência deste conjunto de propostas o elemento a reter desta edição. O festival volta novamente a apresentar um programa composto quase exclusivamente de nomes nunca antes apresentados no Guimarães Jazz – a exceção é o incontornável pianista Uri Caine, que faz a sua terceira aparição no festival (depois de um concerto com ensemble a interpretar as “Variações Goldberg” de Bach, em 1999, e um outro a solo em 2001), apresentando-se agora em trio. Teremos também a honra de ter pela primeira vez o histórico saxofonista Lee Konitz, o extraordinário Theo Bleckmann num estranho e desafiante projeto de interpretação das canções de Kate Bush, bem como os plenamente afirmados nomes no universo jazzístico de David Murray, James Carter e Joshua Redman, este último como solista da Trondheim Jazz Orchestra.
 
O Guimarães Jazz volta também a apresentar as já habituais atividades paralelas, entre as quais as jam sessions e as oficinas de jazz (dirigidas este ano por Reut Regev, o reputado cornetista Taylor Ho Bynum, Adam Lane e Igal Foni), e mantendo a frutuosa relação que tem vindo, nos últimos anos, a desenvolver com a ESMAE. É importante, porém, mencionar que 2014 marca o fim da colaboração com a editora TOAP e o início de uma parceria coma associação portuense Porta Jazz que vem reafirmar a vocação do festival enquanto plataforma de visibilidade e promoção do jazz português, e dos músicos mais jovens em particular.
 
O jazz é o ponto de partida deste grande evento cultural, mas não a sua fronteira última. O Guimarães Jazz pretende ser um espaço de acolhimento e expressão de diversas linguagens musicais e, nesse sentido, um detonador de reflexões sobre o que significa fazer música e arte no convulsivo mundo de hoje e em face do enigmático horizonte de um futuro por vir.
 
PROGRAMA GUIMARÃES JAZZ 2014
 
Quinta 06 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Sexta 07 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Sábado 08 novembro, 17h00
PAC / Black Box
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
 
Sábado 08 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Domingo 09 novembro, 17h00 
CCVF / Grande Auditório
MÚSICA E DIREÇÃO DE REUT REGEV E TAYLOR HO BYNUM
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
 
Domingo 09 novembro, 22h00 
PAC / Black Box
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
 
Quarta 12 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
 
Quinta 13 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Sexta 14 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
Sábado 15 novembro, 22h00
CCVF / Grande Auditório
Preço 20,00 eur / 17,50 eur c/d
 
ASSINATURAS
 
Preço 90,00 eur (acesso a todos os concertos)
 
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 06 a 09 de novembro)
 
Preço 50,00 eur (acesso aos concertos de 12 a 15 de novembro)
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Maiores de 12

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